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Notícias sobre leitura

6 livros para escritores que querem começar agora


Os livros estão presente na nossa vida desde a infância. Alguns pegam o gosto pela leitura e levam para toda vida, outros nem tanto. Alguns gostam além da conta e sentem a necessidade de colocar suas ideias no papel, esse texto é para você!

Para escrever, você precisa gostar muito de ler, é óbvio, então vamos te ajudar com essas dicas de 6 livros para escritores e você acertar nas leituras para começar na carreira de escritor agora mesmo.
1. Stephen King – Sobre a escrita
Muito bem recomendado pelos escritores da Editora Metamorfose, Sobre a Escrita é a primeira indicação para quem quer ser escritor.

Sim, Stephen King, o autor mundialmente conhecido por suas obras de terror e suas adaptações para o cinema tem muito a te ensinar sobre escrita e tem um livro exclusivo para isso.

Com uma visão prática e interessante da profissão de escritor, Stephen King baseia seus conselhos em memórias vívidas da infância e nas experiências do início da carreira: os livros e filmes que o influenciaram na juventude; seu processo criativo de transformar uma nova ideia em um novo livro; os acontecimentos que inspiraram seu primeiro sucesso: Carrie, a estranha. Pela primeira vez, eis uma autobiografia íntima, um retrato da vida familiar de King.

Se você já é escritor e ainda não conhece sobre este livro também recomendamos que leia.

2. Francine Prose - Para Ler como um escritor

Mostrando de forma prática através da análise de textos, Francine Prose apresenta os melhores trechos de forma dinâmica e leve em seu livro. Além disso, defende a ideia de que precisamos ler de forma mais minuciosa.

Uma obra indispensável para escritores iniciantes e leitores inveterados! É possível ensinar a um escritor o seu ofício?

A questão é polêmica, especialmente quando proliferam cursos de graduação e de extensão com essa proposta. Escritora e crítica literária, Francine Prose defende que sim, há muito que aprender com os mestres.

3. Kátia Regina Souza – A Fantástica Jornada do Escritor no Brasil

Para ser escritor, você também precisa conhecer sobre o mercado editorial.

O terceiro livro da lista é da Editora Metamorfose da jornalista Kátia Regina Souza, A Fantástica Jornada do Escritor Brasileiro, onde ela reúne 52 entrevistas com escritores dispostos a compartilhar dicas, dores e conselhos sobre essa jornada.

Com histórias reais e atuais, o livro aborda questões do mercado editorial como um todo, desde como a dificuldade de encontrar uma editora, a publicação independente, as armadilhas a que o autor iniciante está sujeito, as desilusões e as pequenas conquistas, tornando-se um livro fundamental para quem deseja ser escritor ou está começando na carreira.

4. Ray Bradbury - O Zen e a Arte da Escrita

Conhece Fahrenheit 451? Em O Zen e a Arte da Escrita você tem muito a aprender com o famoso escritor que teve muitas adaptações de seus livros para o cinema em dicas práticas e muito úteis para novos escritores.

Neste livro, Ray Bradbury procura compartilhar sua experiência como escritor. A obra contém dicas sobre a arte da escrita, desde como encontrar ideias originais até desenvolver a própria voz e o estilo.

Apresenta impressões da infância e os bastidores da carreira de Bradbury como um autor de romances, contos, poemas, roteiros de filmes e peças de teatro.

5. Christopher Vogler – A Jornada do Escritor

Em A Jornada do Escritor, Christopher Vogler faz uma detalhada e esclarecedora análise desse conceito, tomando como base diversos filmes importantes.

Resultado de anos de estudo sobre mitos e arquétipos, somados à experiência de Vogler na indústria cinematográfica norte-americana, esta edição, revisada pelo autor, é uma obra de referência fundamental não apenas para quem deseja escrever boas histórias, como para quem quer entendê-las melhor, relacionando-as à própria vida.

6. George Orwell - Dentro da Baleia e Outros Ensaios

Outro autor mundialmente conhecido é George Orwell, famoso pela obra A Revolução dos Bichos, também tem um livro que merece ser lido por novos escritores.

Dentro da Baleia e Outros Ensaios fala obre a carreira de escritor e lembra o período em que trabalhou como vendedor num sebo de livros.

A pergunta que mais inquietou Orwell foi justamente a relação entre o escritor e a política, discutida no ensaio que dá título ao livro. Para ele, o escritor não deve ter visão partidária da realidade, mas também não pode fugir da responsabilidade de imaginar uma sociedade melhor.

Organizado pelo jornalista Daniel Piza, o livro traz 15 ensaios curtos para discutir sobre política e literatura

Estes são apenas alguns livros que todo escritor merece ler para agregar conhecimento à sua carreira, existem inúmeros títulos sobre o assunto, mas os escolhidos da vez foram para você iniciar nessa jornada. Os mais específicos sobre temas de escritas ficam para um outro momento.

Conhece algum titulo que se encaixe nessa lista? Comenta com a gente.

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Camila Cabete traz reflexões sobre alfabetização digital na coluna de Publishnews

Ao narrar uma aula de Digital Literacy, Camila traz a seguinte reflexão:

“Não sei realmente onde isso vai dar, mas que estamos fazendo errado, não tenho dúvidas”.

Confira a notícia completa aqui

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Maurício de Souza participará da ilustração de um mangá em comemoração dos 90 anos de Osamu Tezuca

A revista “ A noite da Princesa” será um dos seis volumes da série que participarão desta homenagem. A notícia é do Publishnews e você pode conferir aqui

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Dicas do Escritor- Gilberto Fonseca


Gilberto sempre foi apaixonado por leitura. Desde os cinco anos já aprendeu a ler por conta das histórias em quadrinhos e hoje mantém esse amor através dos livros.


Austin Kleon, o autor de Roube como Um Artista, já dizia em seu livro sobre criatividade “Escreva o Livro que você quer ler” e hoje essa frase traduz o trabalho do autor gaúcho, Gilberto Fonseca.

Inspiração é o que não falta no mundo dos escritores. As vendas de livros apontaram uma recente subida em relação ao ano passado, mas isso pode parecer um problema para novos escritores ao terem que competir com os mais lidos do ano.

Escrever livros, assim como em qualquer outra carreira é preciso ter perseverança. O caminho é longo, mas contando boas histórias e as levando para o maior número de pessoas vai ajudar você a percorrer esse caminho.

- Há público para todo mundo, basta achar uma maneira criativa de chegar até eles, afirma o escritor.

Muito mais do que criar personagens e contar histórias, Gilberto também vê os feedbacks dos leitores como algo muito prazeroso.

Para ele, o mais difícil nessa carreira é arranjar um tempo nas atividades diárias para escrever, mas afirma “É um misto de dor e prazer. Mas de uma satisfação enorme quando a história fica pronta e alguém tem contato com ela”.

O curso de formação de escritores, para Gilberto, é indispensável para quem quer começar a carreira como escritor. Além disso, indica ler muitos livros, ampliar o repertório criativo (assistir filmes, ir a teatros, conversar com muitas pessoas).

“Invista na sua história e não tenha preguiça ou medo de reescrevê-la quantas vezes for preciso”, orienta o autor.

Já conhece nossos cursos voltados para quem quer começar a carreira de escritor?

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7 ganhadores do Oscar 2018 inspirados em livros que você precisa conhecer


No último dia 04, em uma cerimônia apresentada por Jimmy Kimmel em Hollywood conhecemos os filmes vencedores do ano, mas você sabia que 7 destes foram baseados em livros? Continue a leitura para conhecer.

1. A Forma da Água

O filme mais premiado de 2018 não poderia deixar de estar nessa lista.

Richard Strickland é um oficial do governo dos Estados Unidos enviado à Amazônia para capturar um ser mítico e misterioso cujos poderes inimagináveis seriam utilizados para aumentar a potência militar do país, em plena Guerra Fria.

Dezessete meses depois, o homem enfim retorna à pátria, levando consigo o deus Brânquia, o deus de guelras, um homem-peixe que representa para Strickland a selvageria, a insipidez, o calor — o homem que ele próprio se tornou, e quem detesta ser.

Para Elisa Esposito, uma das faxineiras do centro de pesquisas para o qual o deus Brânquia é levado, a criatura representa a esperança, a salvação para sua vida sem graça cercada de silêncio e invisibilidade.

Richard e Elisa travam uma batalha tácita e perigosa. Enquanto para um o homem-peixe é só objeto a ser dissecado, subjugado e exterminado, para a outra ele é um amigo, um companheiro que a escuta quando ninguém mais o faz, alguém cuja existência deve ser preservada.

2. Dunkirk

Ganhador do prêmio em diversas categorias como, Melhor Filme, Melhor Edição e Melhor Fotografia, Dunkirk também foi baseado na história do livro.

Em 1940, no porto francês da cidade de Dunkirk, mais de 300 mil tropas Aliadas foram salvas da destruição pelas mãos da Alemanha Nazista em uma extraordinária evacuação pelo mar. Esta é a verdadeira história de soldados, marinheiros, pilotos e civis envolvidos no resgate de 90 dias que se tornou uma lenda.

Agora, a história que o primeiro-ministro britânico Winston Churchill descreveu como um “milagre” é narrada pelo autor best-seller Joshua Levine, incluindo entrevistas com veteranos e sobreviventes. Contada do ponto de vista de quem estava na terra, no ar e no mar, o livro “Dunkirk” é um relato dramático da derrota que levou à vitória da guerra e preservou a liberdade de gerações por vir.

3. Extraordinário

Com o livro lançado em 2012, Extraordinário ganhou as telas no final de 2017. Um filme encantador, sensível e para todas as idades conquistou o prêmio de Melhor Maquiagem e Cabelo com a transformação do personagem principal, Austin.

Não existe nome mais adequado para este livro: “Extraordinário”.

De leitura dinâmica, prazerosa e envolvente, “Extraordinário” conta a história de August Pullman, o Auggie, uma criança que nasceu com uma séria síndrome genética que o deixou com deformidades faciais, fazendo com que ele passasse por diversas cirurgias e complicações médicas ao longo dos seus poucos anos de vida.

Auggie foi educado em casa até os 10 anos, quando começou a frequentar o quinto ano em uma escola de verdade. Ser o aluno novo não é fácil, mas com um rosto tão diferente pode ser ainda mais difícil! Auggie vai ter que convencer seus colegas do colégio particular de Nova York que, apesar de sua aparência diferente, ele é um menino igual a todos os outros.

4. A Grande Jogada

Melhor roteiro adaptado foi o prêmio que define esta inspiração do livro para as telas.

Com pouco mais de 30 anos, Molly Bloom ganhou as manchetes dos jornais ao ser presa pelo FBI por operar fora da legalidade uma das mais milionárias mesas de pôquer do mundo. Bonita e atraente, cortejada por homens poderosos, com um guarda-roupa de grife e montanhas de dinheiro no banco, a Princesa do Pôquer, como ficou conhecida, parecia mais uma estrela de Hollywood que uma criminosa confessa.

E foi em Hollywood mesmo que ela começou, do zero, a promover as mesas pelas quais passariam, nos anos seguintes, centenas de milhões de dólares, em partidas que aconteciam em luxuosas suítes de hotéis, para uma seleta lista de convidados dispostos a desembolsar quantias que partiam dos seis dígitos.

Entre eles, astros como Leonardo DiCaprio, Tobey Maguire e Ben Affleck, mandachuvas da indústria do entretenimento, líderes estrangeiros, grandes magnatas e até mesmo a máfia russa. Memórias de excessos, glamour e ganância narradas por uma mulher que cruzou a linha que separa o legal do ilegal. Uma história única, perigosa e surpreendente.

5. Me chame pelo seu nome

Premiado com as estatuetas de Melhor Filme, Melhor ator e Melhor roteiro adaptado, Me chame pelo seu nome também está na lista de filmes baseados em livros que ganharam o Oscar.

A casa onde Elio passa os verões é um verdadeiro paraíso na costa italiana, parada certa de amigos, vizinhos, artistas e intelectuais de todos os lugares. Filho de um importante professor universitário, o jovem está bastante acostumado à rotina de, a cada verão, hospedar por seis semanas na villa da família um novo escritor que, em troca da boa acolhida, ajuda seu pai com correspondências e papeladas. Uma cobiçada residência literária que já atraiu muitos nomes, mas nenhum deles como Oliver.

Elio imediatamente, e sem perceber, se encanta pelo americano de vinte e quatro anos, espontâneo e atraente, que aproveita a temporada para trabalhar em seu manuscrito sobre Heráclito e, sobretudo, desfrutar do verão mediterrâneo.

Da antipatia impaciente que parece atravessar o convívio inicial dos dois surge uma paixão que só aumenta à medida que o instável e desconhecido terreno que os separa vai sendo vencido. Uma experiência inesquecível, que os marcará para o resto da vida.

6. O destino de uma nação

Ganhador do prêmio de Melhor Filme e também de Melhor Fotografia, O destino de uma nação está entre os livros adaptados para o cinema.

Logo após assumir o posto de primeiro-ministro da Grã-Bretanha em maio de 1940, Winston Churchill proferiu três discursos que mudaram o rumo da Segunda Guerra Mundial. São falas memoráveis que deram o tom da resistência britânica. Com palavras, ele mudou o clima político e mobilizou uma reticente e amedrontada população. Em O destino de uma nação, Anthony McCarten analisa como isso foi possível e conta nos mínimos detalhes como foram aquelas "horas escuras" pré-guerra.

A partir de pesquisas nos Arquivos Nacionais, onde teve acesso às atas das reuniões do Gabinete de Guerra que Churchill chefiava, McCarten traz revelações impressionantes. A mais importante delas: a possibilidade real de um acordo de paz entre Grã-Bretanha e Alemanha. Pelo menos em duas ocasiões, o primeiro-ministro, apresentado à história como o maior inimigo de Hitler, disse que não faria objeções a negociações se o ditador alemão fizesse algumas concessões.

7. Todo dinheiro do mundo

O magnata do petróleo J. Paul Getty construiu a maior fortuna dos Estados Unidos - e chegou perto de destruir a própria família no processo, com o nome Getty, como um jornalista declarou, "se tornando sinônimo de família problemática". Mas o desastre precisava acontecer?

Quando Paul Getty foi sequestrado aos dezesseis anos, a notícia se espalhou pelo mundo. Mas seu avô, então o americano mais rico vivo, se recusou a pagar o resgate, ignorando o sofrimento do neto. Com os dias se arrastando dolorosamente, virou responsabilidade de Gail, a mãe perturbada, mas determinada de Paul, negociar com os sequestradores...

Já leu algum desses? Comente conosco.

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11 livros sobre o futuro da humanidade que você precisa ler

Confira uma lista de 11 livros, selecionados por Lynn Lobash, diretora do departamento de Reader Services da Biblioteca Pública de Nova York, entre clássicos e recém-lançados que vale a pena ler!

"Children of the New World: Stories", de Alexander Weinstein

O livro apresenta 13 curtas histórias que discorrem sobre como o futuro será. "Muito mais do que a série Netflix, Black Mirror, a narrativa imagina um futuro com humanos vivendo como robôs, imersos em jogos de realidade virtual, onde nossas memórias possam ser fabricadas", diz Lynn Lobash.

"The Handmaid`s Tale", de Margaret Atwood ["O Conto de Aia", em português]

Publicado em 1985, o romance perpassa temas como feminismo, relativismo moral, sexualidade e manipulação de poder. A história se passa em um futuro onde organizações opressoras e religiosas tomam o poder do governo nos EUA. Mulheres jovens são sequestradas, escravizadas, tiram-lhe suas identidades e são forçadas a ter filhos e, a depois, se separar deles. A obra virou série aclamada, vencedora de Emmy`s.

"The Sixth Extinction: An Unnatural History", de Elizabeth Kolbert ["A Sexta Extinção: Uma História Não Natural"]

Combinando ciência com história, Elizabeth Kolbert traz algumas reflexões sobre o impacto do ser humano no meio ambiente - como será o futuro em que os homens ainda queimam combustíveis fósseis, poluem atmosfera, oceanos e suas ações já levaram à extinção de milhões de espécies? Elizabeth combina descrições vívidas de maravilhas naturais, como a Grande Barreira de Corais australiana até experiências mais inusitadas, como se aventurar em uma caverna de morcegos, para explicar o possível futuro do nosso planeta. O livro, publicado em 2014, foi vencedor do Prêmio Pulitzer.

"This Changes Everything: Capitalism vs. The Climate", de Naomi Klein ["Tudo Pode Mudar: Capitalismo vs Clima"]

Naomi Klein desafia os leitores a abandonarem o capitalismo e reestruturar a economia global e sistemas políticas de forma a criar um futuro mais verde e limpo. Essa mudança envolve não apenas criar mais ações para reduzir emissões de CO², mas principalmente se envolver em resoluções que diminuam a desigualdade e construam uma democracia melhor. "Nós podemos adotar mudanças radicais ou a Terra irá mudar radicalmente", argumenta Klein no livro publicado em 2014. Manter-se neutro nesse debate já não é mais uma opção, defende.

"In 100 Years: Leading Economists Predict the Future", editado por Ignacio Palacios-Huerta

O livro de 2015 apresenta a visão de 10 proeminentes economistas, incluindo vencedores do Nobel - sobre o que seria o futuro no século 22. Suas reflexões perpassam temáticas como o futuro do trabalho, dos salários, igualdade, tecnologia, mudança climática, entre outros tópicos.

"Physics of the Future: How Scientists Will Shape Human Destiny and Our Daily Lives by the Year 2100", de Michio Kaku ["A Física do Futuro: Como a Ciência Moldará o Destino Humano e Nosso Cotidiano em 2100"]

No livro de 2011, o físico renomado Michio Kaku discute o desenvolvimento da tecnologia, medicina e prevê algumas invenções que o mundo pode estar discutindo daqui a 100 anos. Entre elas, elevadores espaciais, carros voadores e lentes de contato conectadas à internet.

"The Extreme Future: The Top Trends That Will Reshape the World in the Next 5, 10, and 20 Years", de James Canton

O americano, empreendedor e CEO do The Institute for Global Futures apresenta sua visão sobre o futuro nos negócios, na tecnologia, no meio ambiente, medicina e até no terrorismo. Segundo Lynn Lobash, o livro - publicado em 2007 - é essencial para discutirmos o que será realidade nos próximos 20 anos.

1984, de George Owell

Publicado em 1948, tornou-se um dos maiores clássicos da literatura mundial, e imagina como a vida seria em 1984. Um futuro sombrio onde os cidadãos são monitorados pelo Grande Irmão e pela polícia do pensamento. "Ele constrói uma visão assustadora do mundo e alerta para os perigos do totalitarismo. Muitas das questões e alertas permanecem atuais hoje", segundo Lynn Lobash.

1984, de George Owell

"Fahrenheit 451", de Ray Bradbury

Na história que se passa em 1953, o personal principal Guy Montag é um bombeiro - ou um "fireman" - em um mundo onde a televisão dita todas as regras. Neste mundo, os livros são os inimigos e precisam ser queimados pois, segundo o governo, atrapalham os pensamentos e a felicidade dos cidadãos. Assim como 1984, chama atenção para os perigos do controle da mente das pessoas e de um estado de totalitarismo.

"Brave New World", de Aldous Huxley ["Admirável Mundo Novo"]

No futuro de Huxley, as crianças nascem em laboratórios, sendo condicionadas de forma genética, biológica e psicológica a aceitar as regras sociais vigentes. A sociedade desencoraja ações e pensamentos individuais - o domínio não é mantido pela repressão ou violência, mas através do incentivo a comportamentos que o estado julga correto.

"2001: A Space Odyssey", de Arthur C. Clarke ["2001: Uma Odisséia no Espaço"]

No livro de 1968 que virou o clássico filme de Stanley Kubrick, a inteligência artificial assume o controle de numa nave espacial - com a esperança de tomar conta do universo. Chamada de HAL 9000, o sistema de computação é tão avançado que é capaz de sentir culpa, ter ataques de nervos e até pensar em assassinato. Por outro lado, a tripulação luta para domá-lo e retomar o controle da nave.

Leia mais em www.epocanegocios.globo.com

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Iniciativas informais levam livros para calçadas e muros

Com o objetivo de compartilhar livros, estimular a leitura e conectar pessoas, várias iniciativas de pessoas diferentes, em bairros diferentes de Belo Horizonte, estão fazendo crescer bibliotecas de rua.

Uma das mais antigas da capital é a concebida por Robert Cecílio, no bairro São Lucas, que integra o aglomerado da Serra. Ele construiu sua “becolioteca” há três anos, e ali dispõe, principalmente, obras de literatura infantil e infantojuvenil. “O foco dela sempre foi a literatura infantil, porque a intenção é levar arte para crianças que cotidianamente são expostas a vários tipos de violência”, afirma Cecílio.

E você, o que acha de montar uma biblioteca de rua?

Saiba mais em www.otempo.com.br

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Tira-dúvidas de gramática atende de graça por telefone e rede social no PR

A Universidade Estadual de Londrina possui há 22 anos um Projeto de Extensão que tem como objeivo tirar súvidas de poruguês da população, o Disque-Gramática.

Duas professoras e cinco estudantes de letras fazem plantão todas as tardes, de segunda a sexta, para atender a telefonemas e responder a e-mails e mensagens que chegam por redes sociais de pessoas que têm dúvidas gramaticais. São aproximadamente cem atendimentos por mês.

O serviço é gratuito e pode ser utilizado por pessoas de qualquer lugar do Brasil ou exterior.

Segundo a professora Cristina Valéria Bulhões Simon ,o campeão de dúvidas é o hífen, sobretudo depois da reforma ortográfica que começou a vigorar em 2009. Concordância fica em segundo lugar, seguida por pontuação –com destaque para a vírgula– e acentuação, que tem a crase como a vilã principal.

Para entrar em contato, o telefone é (41) 3218-2425. O atendimento é das 14h às 18h. Dúvidas também podem ser enviadas para o e-mail disque-gramatica@uel.br.

Leia mais: http://blogdovalente.com.br

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As italianas que arriscaram suas vidas combatendo os nazistas com a escrita

Jornal La Riscossa Italiana Foto: BBCBrasil.com

O fim da Primeira Guerra Mundial deu início ao crescimento do fascismo na Itália. Enquanto ele se espalhava pelo país, tomando negócios locais e oprimindo liberdades sociais, grupos de oposição cresciam lentamente.

A queda do governo de Benito Mussolini em 1943 e a subsequente ocupação do país pela Alemanha nazista intensificou as atividades desse grupo, que então era conhecida formalmente como La Resistenza.

Publicar um jornal clandestino exigia uma enorme rede de pessoas confiáveis, rede essa que Ada Gobetti, viúva do famoso filósofo e escritor antifascista Piero Gobetti, sustentava meticulosamente.

Já que as mulheres não tinham o direito de votar ou participar do governo até o fim da Segunda Guerra Mundial, elas dificilmente seriam vistas como suspeitas de envolvimento político - o que significa que poderiam se envolver em atividades de resistência e distribuir material de oposição mais facilmente.

Sob a liderança de Gobetti, as mulheres da La Resistenza esconderam e transportaram impressões, escreveram artigos e disseminaram jornais.

Leia mais em www.terra.com.br

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O que faz da Noruega o melhor país para ser escritor

Você sabia que um autor emergente pode sonhar em viver apenas da literatura porque as bolsas-salário equivalentes a 25.000 euros (cerca de 92.700 reais) por ano são uma realidade?

A Noruega é um bom lugar para um escritor viver, os livros de papel são isentos de impostos – uma raridade que na Europa só é reproduzida no Reino Unido, Irlanda, Albânia, Ucrânia e Geórgia – e impera um sistema de preço fixo, semelhante ao de países como Espanha, França e Alemanha, graças ao qual não se pode reduzir o valor dos exemplares até maio do ano seguinte ao da publicação.

Leia mais em https://brasil.elpais.com

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Psiconeuroimunologia: a intrigante técnica de escrever sobre traumas que ajuda a curar o corpo

Em 1986, o professor de Psicologia James Pennebaker descobriu algo extraordinário, que inspirou uma geração de pesquisadores a fazer centenas de experimentos. Ele pediu a estudantes que passassem 15 minutos escrevendo sobre o maior trauma de suas vidas ou, caso não tivessem passado por um, sobre o momento mais difícil que viveram.

Desde então, a área da psiconeuroimunologia tem explorado a ligação entre o que agora é conhecido como "escrita expressiva" e o funcionamento do sistema imune.

Os estudos seguintes examinaram o efeito dessa escrita em tudo, de asma e artrite até câncer de mama e enxaqueca. Por exemplo, em um estudo pequeno, conduzido no Kansas (EUA), foi descoberto que mulheres com câncer de mama tinham menos sintomas incômodos e iam a menos consultas médicas relacionadas ao câncer nos meses seguintes ao experimento.

O objetivo do estudo não era observar o diagnóstico de câncer a longo prazo e os autores não sugerem que o câncer poderia ser afetado. Mas a curto prazo, outros aspectos da saúde da mulher pareciam melhores que aqueles nos grupos de controle que escreveram sobre outra coisa além de seus sentimentos em relação ao câncer.

Leia mais, sobre esta e outras pesquisas relacionadas a escrita, no site www.bbc.com/a>

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Faça uma viagem pelo Brasil com o Mapa da Literatura

A Plataforma do Letramento decidiu criar o Mapa da Literatura Brasileira(http://www.plataformadoletramento.org.br/hotsite/especial-mapa-literatura-brasileira/) com objetivo de auxiliar os professores em sala de aula. Na plataforma é possível encontrar diferentes gêneros literários, como poemas, crônicas e romances, e filtrar o público-alvo, nível de escolaridade, regiões e temáticas.

O Mapa é colaborativo, ou seja, se além de tudo o que você conheceu ainda sentir falta de algum autor basta enviar a sua indicação.

Indique uma obra/

Leia mais: www.educacao.sp.gov.br /

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Alfabetização: estar familiarizado com os sons das palavras ajuda a escrita

(Foto: Thinkstock)

Um estudo feito com 36 crianças, entre 9 e 10 anos, pela Universidade Macquarie (Austrália) concluiu que ouvir e falar as palavras aumenta as chances de as crianças saberem escrevê-las. Isso quer dizer que quando lemos em voz alta para nossos filhos ou quando conversamos com eles, estamos também, de certa forma, ensinando-os como soletrar cada palavra.

Por isso, converse com seu filho, leia para ele e não tenha medo de desafiá-lo com palavras que ele ainda não conhece - é só manter um dicionário por perto!

Leia mais em www. revistacrescer.com /

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Morcegos ajudam a conservar livros em biblioteca de Portugal

Os morcegos se tornaram uma forma eficiente de lidar com as traças que atacam os livros (Foto: Wikimedia Commons)

Acredite, a biblioteca do Palácio Nacional de Mafra, em Lisboa, utiliza morcegos da espécie morcego-anão e morcego-orelhudo-castanho para proteger seus 36 mil livros dos insetos. Os morcegos fazem uma verdadeira "faxina noturna" e garantem a própria janta. Eles se alimentam de insetos, principalmente daquelas traças que adoram devorar as páginas de livros. O sonar dos morcegos é que ajuda na tarefa de localizar as traças e garante o banquete.

Leia mais em www. revistagloborural.globo.com /

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Como ler e baixar livros de graça com o Google Livros

Há uma série de livros no Google Livros disponíveis para leitura, desde títulos de auto-ajuda, ficção, romances a livros acadêmicos e jurídicos.

Para começar, acesse a página inicial do Google Livros. Por lá, você tem acesso a um catálogo enorme de livros, incluindo diversas promoções interessantes. Uma delas, inclusive, deixa você ler parte de livros pagos gratuitamente, e pode ser acessada aqui.

Depois de escolher um livro gratuito, você não está limitado a acessá-lo somente no site do Google. Basta clicar em Meus livros na barra lateral para ver a sua biblioteca. Se você quiser baixar um livro, clique no ícone de três pontos do título desejado e selecione Fazer download do ePub ou Fazer download do PDF.

Além disso, você pode fazer upload do arquivo para enviar os seus próprios livros para a biblioteca do Google Books. Assim, você pode unificar o catálogo e organizar bem os seus títulos.

Leia mais em www. tecnoblog.net/

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Vendas de livros cresceram em volume e faturamento na comparação com o 1º semestre de 2016

Segundo o 7º Painel das Vendas de Livros no Brasil em 2017, retratados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Nielsen as vendas de livros cresceram em volume, 4,44% e em faturamento, 5,01% no país, na comparação com o 1º semestre de 2016.

Na soma das vinte e oito semanas de 2017**, o varejo de livros mantém recuperação diante do baixo desempenho de 2016 e já aponta crescimento de 5,47% nas vendas em volume e 6,59% em valor.

Quanto aos gêneros, destaque para os de Não Ficção Trade, que ganharam importância em faturamento, de 1,18 ponto percentual, e acumulam um resultado expressivo no ano, em valor:

Não Ficção Trade

2016: R$196.821.370,37

2017: R$220.791.127,02

Variação: 12,18%

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Crianças preferem livros ao YouTube na Alemanha

Uma pesquisa realizada pelas editoras Panini, Gruner + Jahr, Egmont Ehapa Media, Spiegel e Zeit descubriu que mais de 60% das crianças entre 6 e 13 anos preferem a leitura como forma de entretenimento principal na Alemanha.Para os pais ouvidos na pesquisa, o gosto pela leitura está relacionado principalmente ao incentivo que as crianças costumam receber em casa e na escola. Eles costumam mostrar que o hábito tem o poder da ativar a criatividade.

Leia mais em www.exame.abril.com.br

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Segundo pesquisa canadense, crianças aprendem mais com e-book do que com livro de papel

Um grupo de epsquisadores dos EUA e do Canadá pesquisaram e concluíram que os livros eletrônicos atraem mais a atenção dos pequenos. Mas, a longo prazo, isso também pode ter um efeito ruim.

Com a pesquisa os cientistas chegaram a três conclusões:

1.Ler um e-book muda o comportamento tanto dos pais quanto das crianças;

2. Crianças bem pequenas se divertem mais com os e-books;

3. Elas também aprenderam mais.

Porém eles concluíram que se o livro eletrônico prende a atenção e destaca o conteúdo, ele é útil. Se só distrai a criança, não. http://super.abril.com.br/comportamento/criancas-aprendem-mais-com-e-book-do-que-com-livro-de-papel/

Leia mais em www.super.abril.com.br

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Livros podem ter preço fixo no Brasil; entenda

No dia 27 de junho a lei que institui um preço fixo de livros no Brasil obteve parecer favorável de Lindbergh Faria, relator na Comissão de Constituição e Justiça da casa.

De acordo com o Projeto de Lei 49/2015, todas as livrarias (físicas e virtuais) poderão oferecer no máximo 10% de desconto em uma publicação durante o primeiro ano após o seu lançamento. Depois disso, caberia a cada loja decidir oferecer descontos superiores. Quem defende a ideia garante que ela deixa o mercado de livros mais saudável e equilibrado no Brasil, já quem é contrário acredita que ela fere o livre comércio.

Este tipo de prática é recorrente em outros países, como a França, que conta com uma lei semelhantes há 35 anos.

Leia mais em www.tecmundo.com.br

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Árvores são plantadas na Noruega para serem transformadas em livros no próximo século

A cada ano escritores de diferentes países são incentivados a enriquecerem a “Biblioteca do futuro”, um projeto que pretende imprimir os livros destes autores apenas no próximo século. O único elemento visível disso tudo são as árvores plantadas no Canadá para virarem estes livros.

Em 2114, quando cerca de mil árvores forem centenárias, esses abetos serão cortados e transformados no papel onde serão escritas as antologias que reunirão todos os escritores convidados a contribuir até a conclusão do projeto.

Leia mais sobre o projeto em www.g1.com.br

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Livros unem relatos de escritores que deram a volta ao mundo de bike

Há muitos adoradores de bicicleta pelo Brasil e o mundo e a experiência de viajar pelo mundo de bicicleta tem crescido e tem sido relatada em livros. Os números impressionam: são sempre projetos que duram pelo menos três anos, milhares de quilômetros e dezenas de países. A riqueza da experiência é tamanha, que o livro é quase uma consequência natural da façanha. A hospitalidade com o cicloturista pelo mundo aparece em todos os relatos, mas há também riscos e perigos.

Conheça os livros sobre estas experiências incríveis:

“Homem Livre”, lançado em 2015, de Danilo Perrotti Machado, um administrador de empresas mineiro que largou tudo e visitou 59 países, durante 3 anos, 3 meses e 3 dias, em cima de uma bicicleta. Em sua jornada, iniciada em 2008, Machado pedalou 50 mil km, visitou os cinco continentes e dezenas de locais considerados turísticos.

“No Guidão da Liberdade”, de Antonio Olinto Ferreira, lançado em 1998. Ainda jovem, o advogado decidiu largar tudo em 1993 para passar três anos e meio pedalando. Não é à toa que liberdade aparece no título de ambas as obras. Significam, cada uma a seu modo, a troca de um cotidiano burocrático por uma experiência profunda de autoconhecimento e, por isso, libertação.

“O Mundo ao Lado”, de Arthur Simões, lançado em 2011, com o relato da viagem a 37 países, totalizando 46 mil km pedalados.

“Caminhos — Volta ao Mundo de Bicicleta”, lançado em 2015, pelo mineiro Argus Saturnino. A obra narra sua viagem entre 2001 e 2005, por 28 países, nos cinco continentes, ao longo de 35 mil km.

Leia mais: https://novaescola.org.br/

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Leitura e escrita de diário pessoal na alfabetização: aprendizagem garantida

A vontade dos alunos de compartilhar suas experiências pode ser usada em prol da aprendizagem da escrita. Foto: Mara Mansani

A professora Mara Mansani compartilhou em seu blog a experiência positiva com seus alunos, ao propor a eles a confecção de um diário. O projeto desenvolveu significamente o desenvolvimento da leitura e escrita na continuidade do processo de alfabetização da turma.

Confira as etapas do Projeto:

1ª etapa: levantamento sobre o que conheciam sobre diários:

2ª etapa: apresentação e leitura de diários verídicos e ficcionais:

3ª etapa: levantamento das características comuns a todos os diários lidos:

4ª etapa: montagem do diário:

5ª etapa: escrita dos relatos pessoais nos diários:

6ª etapa: avaliação:

Leia mais: https://novaescola.org.br//

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Aplicativo Hanx Writer

Conheça o aplicaivo Hanx Writer, ele simula precisamente uma máquina de escrever, ideal para quem tem saudade ou gostaria de escrever usando a máquina. É também oferecida a opção de incorporar este tipo de teclado em qualquer app que sirva para escrever, como nas Notas, ou nas mensagens. Este serviço é pago mas para quem gosta é uma forma de personalizar o iPhone ou o iPad.

Leia mais: www.iclub.pt/

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Biografias aquecem mercado editorial

As biografias, do ponto de vista comercial, são um bom investimento, já que os brasileiros gostam deste tipo de livro. Com histórias polêmicas ou engraçadas, os livros captam espaço nas prateleiras e ajudam na formação de novos leitores.

Em 2015, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) liberou a publicação de biografias sem autorização prévia pelas pessoas retratadas ou por seus familiares. Apenas casos de possíveis abusos cometidos pelos escritores - como histórias inventadas, conteúdo injurioso ou outro tipo de ofensa - poderão levar o biógrafo a sofrer medidas de reparação definidas pela justiça.

Para Carlos Andreazza, editor-executivo das editoras Record e José Olympio a “decisão histórica” do STF que fulminou a censura prévia não acaba com os riscos de publicar biografias. Os ministro decidiram que, no caso de pessoas com trajetória artística, pessoal ou profissional que tenha dimensão pública, é liberada a divulgação de escritos e imagens com finalidade biográfica. “Uma vez que a obra esteja distribuída ao mercado e, pois, acessível, aqueles que se sentirem prejudicados pelo conteúdo podem e devem recorrer à Justiça. Publicar biografias é seguro comercialmente, mas é também um ato de coragem editorial”. O editor, apesar de considerar legítimo publicar biografias autorizadas pelo personagem ou por sua família, continua preferindo trabalhar com os textos não autorizados.

Leia mais: www.opovo.com.br

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Luzes para livros

Para os apaixonados por leitura e que adoram ler antes de dormir, foi lançada o Book Light, uma tela de led integrada em um corpo de plástico, que fornece iluminação discreta, suficiente para atender a sua necessidade de leitura.

Fonte: maistecnologia

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Vargas Llosa indica os 9 livros que todo mundo deveria ler

Confira os 9 livros que todo mundo deveria ler um dia, indicados pelo escritor Mario Vargas Llosa:

1- Mrs. Dalloway, Virginia Woolf

Vargas Llosa diz sobre este livro que: “O embelezamento sistemático da vida graças a sua refração em sensibilidades deliciosas, capazes de sugar de todos os objetos e de todas as circunstâncias a beleza oculta que possuem, é o que dá ao mundo de Mrs. Dalloway a sua milagrosa originalidade”.

2- Lolita, Vladimir Nabokov

A respeito desta obra, o vencedor do Prêmio Nobel afirma: “Humbert Humbert conta esta história com as pausas, suspense, falsas pistas, ironias e ambiguidades de um narrador consumado na arte de reavivar a curiosidade do leitor a cada momento. Sua história é escandalosa mas não pornográfica, nem sequer erótica. Uma piada incessante das instituições, profissões e afazeres, desde a psicanálise – uma das bestas negras de Nabokov – até a educação e a família, permeiam o diálogo de Humbert Humbert”.

3- Coração das trevas, Joseph Conrad

Sobre esta obra, Vargas Llosa indica: “Poucas histórias conseguiram expressar de forma tão sintética e subjugante como esta o mal entendido nas conotações metafísicas individuais e nas suas projeções sociais”. O filme “Apocalipse Now” está baseado nesta maravilhosa obra da literatura universal.

4- Trópico de Câncer, Henry Miller

Foi um dos livros mais controversos de sua época e ainda hoje continua despertando fortes polêmicas. A seu respeito, Vargas Llosa comenta: “O narrador-personagem de Trópico de Câncer é a grande criação da novela, o êxito supremo de Miller como novelista.” “Esse “Henry” obsceno e narcisista, depreciativo do mundo, solícito apenas com seu falo e suas tripas, tem, frente a tudo, um verbo inconfundível, uma vitalidade rabelesiana para transmutar em arte o vulgar e o sujo, para espiritualizar com seu grande vozeirão poético as funções fisiológicas, a mesquinharia, o sórdido, para dar dignidade estética à grosseria”.

5- Auto de Fé, Elias Canetti

Esta obra, escrita por outro Prêmio Nobel, é uma das favoritas de Vargas Llosa: “Ao mesmo tempo que os demônios da sua sociedade e de sua época, Canetti se serviu também dos que habitavam somente a ele. Barroco emblema de um mundo a ponto de explodir, a sua novela é ainda assim uma fantasmagórica criação soberana na qual o artista funde suas fobias e apetites mais íntimos com os sobressaltos e crises que fissuram seu mundo”.

6- O Grande Gatsby, F. Scott. Fitzgerald

Sobre O Grande Gatsby, Vargas Llosa aponta: “A novela toda é um complexo labirinto de muitas portas e qualquer uma delas serve para entrar na sua intimidade. Quem abre esta confissão do autor de O Grande Gatsby se presta a uma história romântica, dessas que faziam chorar”.

7- Doutor Jivago, Boris Pasternak

Uma extensa obra até a qual, sem dúvida, muitos chegaram graças ao cinema. Um clássico de clássicos sobre o qual o Premio Nobel Peruano comenta: “Sem essa confusa história que os manipula, atordoa e finalmente despedaça, as vidas dos protagonistas não seriam o que são.”

Este é o tema central da novela, o que reaparece, vez trás outra, ao longo da sua tumultuada peripécia: o desamparo do indivíduo frente à história, sua fragilidade e impotência quando se vê preso no remoinho do “grande acontecimento”.

8- O Leopardo, Giuseppe Tomasi di Lampedusa

Vargas Llosa é contundente no seu comentário sobre esta obra: “Como em Lezama Lima, como em Alejo Carpentier, narradores barrocos que se assemelham porque também construíram uns mundos literários de beleza escultural, emancipados da corrosão temporal. Em ‘O Leopardo’ a varinha mágica executa aquela trapaça, mediante a qual a ficção adquire fisionomia própria, um tempo soberano diferente do cronológico, é a linguagem”.

9- Pontos de vista de um palhaço, Heinrich Böll

“‘Opiniões de um Palhaço’, sua novela mais célebre, é um bom testemunho dessa sensibilidade social escrupulosa maníaca. Trata-se de uma ficção ideológica, ou como diziam ainda na época em que apareceu (1963), ‘comprometida’. A história serve de pretexto para um julgamento religioso muito severo e moralista do catolicismo e da sociedade burguesa na Alemanha Ocidental do pós-guerra”, sentencia o afiado escritor.

[Imagem cortesia de dadevoti ao Portal Raízes. Texto original em espanhol de Edith Sánchez em A Mente é Maravilhosa.

Matéria original no link:

Fonte: notaerapia

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Escrever por imagens de voz

Seis pesquisadores da Universidade Tecnológica de Toyohashi, no Japão, criaram uma tecnologia que analisa as ondas cerebrais ativadas antes de cada sílaba, para as usar num processador de texto que permita "escrever por imagens de voz", sem falar e sem usar os dedos.

O próximo o desafio dos cientistas é a criação de um processador de texto ativado pelo pensamento, para aumentar a precisão do reconhecimento das sílabas e ultrapassar obstáculos como a variação nas ondas cerebrais de cada pessoa.

Fonte: www.dn.pt

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‘Como escrever bem’: manual de escrita jornalística e de não ficção

Com tradução do escritor Bernardo Ajzenberg, o manual de escrita jornalística e de não ficção do americano William Zinsser é lançado no Brasil.

Segundo Zinsser “Somos uma sociedade sufocada por palavras desnecessárias, construções circulares, afetações pomposas e jargões sem nenhum sentido”.

Um dos trechos de seu livro ele escreve: “Quem consegue entender o linguajar cifrado usado pelo comércio americano no dia a dia, ou seja, um memorando, um relatório empresarial, uma carta de negócios, um comunicado de banco que explique o seu mais recente e “simplificado” balanço? Qual usuário de um seguro ou de um plano de saúde consegue decifrar o livreto que explica todos os seus custos e benefícios? Que pai ou mãe consegue montar um brinquedo para uma criança com base nas instruções que vêm junto com a embalagem?”

Confira mais trechos do livro divulgados pelo jornal “Nexo”

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Escrever por telepatia? Facebook diz que vai acontecer

Em abril, durante a Conferência do facebook, Regina Dugan, chefe do departamento de inovação do Facebook, subiu ao palco e deu uma conferência que pode ser descrita como "surpreendente" ou "revolucionária". Dugan explicou o próximo passo da gigante de comunicações: desenvolver uma tecnologia que permita, em vez de termos de escrever um email com recurso a um teclado, simplesmente pensá-lo e vê-lo surgir no papel.

O objetivo da equipe composta por 60 pessoas é desenvolver uma tecnologia que permita ler os nossos pensamentos, no formato de ondas cerebrais. Nessa equipe, incluem-se peritos em máquinas de aprendizagem e neuroprostéticos, que têm como finalidade criar um sistema capaz de escrever 100 palavras por minuto apenas com o poder do cérebro.

Como se isto não bastasse, o Facebook quer ainda criar um interface cérebro-computador, que permitiria a pessoa pensar no texto, sem precisar escrever, mas também fazer com que ela não preciso ler o texto, mas sim senti-lo no corpo, por exemplo. Codificando uma série de palavras básicas e transformando-as em vibrações, seria possível, sentir as palavras no antebraço. Mais tarde, ainda noutro patamar, seria possível "pensar em Mandarim e sentir a resposta diretamente em espanhol", ou seja, com tradução simultânea.

Fonte: Expresso Sapo

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Vigilante analfabeto escreve livros e compõe músicas em Nova Serrana

Valdivino conta com ajuda da filha para escrever livros (Foto: Tô Indo/Reprodução)

Com ajuda de sua filha, Valdivino Soares Barbosa já publicou dois livros e compôs 800 músicas. Sarah conta que não serve apenas de auxílio ao pai que não tem condições de escrever, ela é também a maior incentivadora. “No começo não levei muito a sério, confesso. Mas, ele começou a falar muito sobre isso e então comecei a copiar no caderno o que ele queria, porque na época não tinha ainda o computador. Eu saía de casa e ia até um vizinho pra poder digitar no computador”, contou.

O computador foi comprado depois da publicação do primeiro livro e tudo ficou mais fácil.Segundo Valdivino, “A sabedoria não está em grandes letrados, a sabedoria está dentro de cada um de nós”.

Fonte: G1

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