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Notícias sobre leitura

Luzes para livros

Para os apaixonados por leitura e que adoram ler antes de dormir, foi lançada o Book Light, uma tela de led integrada em um corpo de plástico, que fornece iluminação discreta, suficiente para atender a sua necessidade de leitura.

Fonte: maistecnologia

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Vargas Llosa indica os 9 livros que todo mundo deveria ler

Confira os 9 livros que todo mundo deveria ler um dia, indicados pelo escritor Mario Vargas Llosa:

1- Mrs. Dalloway, Virginia Woolf

Vargas Llosa diz sobre este livro que: “O embelezamento sistemático da vida graças a sua refração em sensibilidades deliciosas, capazes de sugar de todos os objetos e de todas as circunstâncias a beleza oculta que possuem, é o que dá ao mundo de Mrs. Dalloway a sua milagrosa originalidade”.

2- Lolita, Vladimir Nabokov

A respeito desta obra, o vencedor do Prêmio Nobel afirma: “Humbert Humbert conta esta história com as pausas, suspense, falsas pistas, ironias e ambiguidades de um narrador consumado na arte de reavivar a curiosidade do leitor a cada momento. Sua história é escandalosa mas não pornográfica, nem sequer erótica. Uma piada incessante das instituições, profissões e afazeres, desde a psicanálise – uma das bestas negras de Nabokov – até a educação e a família, permeiam o diálogo de Humbert Humbert”.

3- Coração das trevas, Joseph Conrad

Sobre esta obra, Vargas Llosa indica: “Poucas histórias conseguiram expressar de forma tão sintética e subjugante como esta o mal entendido nas conotações metafísicas individuais e nas suas projeções sociais”. O filme “Apocalipse Now” está baseado nesta maravilhosa obra da literatura universal.

4- Trópico de Câncer, Henry Miller

Foi um dos livros mais controversos de sua época e ainda hoje continua despertando fortes polêmicas. A seu respeito, Vargas Llosa comenta: “O narrador-personagem de Trópico de Câncer é a grande criação da novela, o êxito supremo de Miller como novelista.” “Esse “Henry” obsceno e narcisista, depreciativo do mundo, solícito apenas com seu falo e suas tripas, tem, frente a tudo, um verbo inconfundível, uma vitalidade rabelesiana para transmutar em arte o vulgar e o sujo, para espiritualizar com seu grande vozeirão poético as funções fisiológicas, a mesquinharia, o sórdido, para dar dignidade estética à grosseria”.

5- Auto de Fé, Elias Canetti

Esta obra, escrita por outro Prêmio Nobel, é uma das favoritas de Vargas Llosa: “Ao mesmo tempo que os demônios da sua sociedade e de sua época, Canetti se serviu também dos que habitavam somente a ele. Barroco emblema de um mundo a ponto de explodir, a sua novela é ainda assim uma fantasmagórica criação soberana na qual o artista funde suas fobias e apetites mais íntimos com os sobressaltos e crises que fissuram seu mundo”.

6- O Grande Gatsby, F. Scott. Fitzgerald

Sobre O Grande Gatsby, Vargas Llosa aponta: “A novela toda é um complexo labirinto de muitas portas e qualquer uma delas serve para entrar na sua intimidade. Quem abre esta confissão do autor de O Grande Gatsby se presta a uma história romântica, dessas que faziam chorar”.

7- Doutor Jivago, Boris Pasternak

Uma extensa obra até a qual, sem dúvida, muitos chegaram graças ao cinema. Um clássico de clássicos sobre o qual o Premio Nobel Peruano comenta: “Sem essa confusa história que os manipula, atordoa e finalmente despedaça, as vidas dos protagonistas não seriam o que são.”

Este é o tema central da novela, o que reaparece, vez trás outra, ao longo da sua tumultuada peripécia: o desamparo do indivíduo frente à história, sua fragilidade e impotência quando se vê preso no remoinho do “grande acontecimento”.

8- O Leopardo, Giuseppe Tomasi di Lampedusa

Vargas Llosa é contundente no seu comentário sobre esta obra: “Como em Lezama Lima, como em Alejo Carpentier, narradores barrocos que se assemelham porque também construíram uns mundos literários de beleza escultural, emancipados da corrosão temporal. Em ‘O Leopardo’ a varinha mágica executa aquela trapaça, mediante a qual a ficção adquire fisionomia própria, um tempo soberano diferente do cronológico, é a linguagem”.

9- Pontos de vista de um palhaço, Heinrich Böll

“‘Opiniões de um Palhaço’, sua novela mais célebre, é um bom testemunho dessa sensibilidade social escrupulosa maníaca. Trata-se de uma ficção ideológica, ou como diziam ainda na época em que apareceu (1963), ‘comprometida’. A história serve de pretexto para um julgamento religioso muito severo e moralista do catolicismo e da sociedade burguesa na Alemanha Ocidental do pós-guerra”, sentencia o afiado escritor.

[Imagem cortesia de dadevoti ao Portal Raízes. Texto original em espanhol de Edith Sánchez em A Mente é Maravilhosa.

Matéria original no link:

Fonte: notaerapia

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Escrever por imagens de voz

Seis pesquisadores da Universidade Tecnológica de Toyohashi, no Japão, criaram uma tecnologia que analisa as ondas cerebrais ativadas antes de cada sílaba, para as usar num processador de texto que permita "escrever por imagens de voz", sem falar e sem usar os dedos.

O próximo o desafio dos cientistas é a criação de um processador de texto ativado pelo pensamento, para aumentar a precisão do reconhecimento das sílabas e ultrapassar obstáculos como a variação nas ondas cerebrais de cada pessoa.

Fonte: www.dn.pt

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‘Como escrever bem’: manual de escrita jornalística e de não ficção

Com tradução do escritor Bernardo Ajzenberg, o manual de escrita jornalística e de não ficção do americano William Zinsser é lançado no Brasil.

Segundo Zinsser “Somos uma sociedade sufocada por palavras desnecessárias, construções circulares, afetações pomposas e jargões sem nenhum sentido”.

Um dos trechos de seu livro ele escreve: “Quem consegue entender o linguajar cifrado usado pelo comércio americano no dia a dia, ou seja, um memorando, um relatório empresarial, uma carta de negócios, um comunicado de banco que explique o seu mais recente e “simplificado” balanço? Qual usuário de um seguro ou de um plano de saúde consegue decifrar o livreto que explica todos os seus custos e benefícios? Que pai ou mãe consegue montar um brinquedo para uma criança com base nas instruções que vêm junto com a embalagem?”

Confira mais trechos do livro divulgados pelo jornal “Nexo”

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Escrever por telepatia? Facebook diz que vai acontecer

Em abril, durante a Conferência do facebook, Regina Dugan, chefe do departamento de inovação do Facebook, subiu ao palco e deu uma conferência que pode ser descrita como "surpreendente" ou "revolucionária". Dugan explicou o próximo passo da gigante de comunicações: desenvolver uma tecnologia que permita, em vez de termos de escrever um email com recurso a um teclado, simplesmente pensá-lo e vê-lo surgir no papel.

O objetivo da equipe composta por 60 pessoas é desenvolver uma tecnologia que permita ler os nossos pensamentos, no formato de ondas cerebrais. Nessa equipe, incluem-se peritos em máquinas de aprendizagem e neuroprostéticos, que têm como finalidade criar um sistema capaz de escrever 100 palavras por minuto apenas com o poder do cérebro.

Como se isto não bastasse, o Facebook quer ainda criar um interface cérebro-computador, que permitiria a pessoa pensar no texto, sem precisar escrever, mas também fazer com que ela não preciso ler o texto, mas sim senti-lo no corpo, por exemplo. Codificando uma série de palavras básicas e transformando-as em vibrações, seria possível, sentir as palavras no antebraço. Mais tarde, ainda noutro patamar, seria possível "pensar em Mandarim e sentir a resposta diretamente em espanhol", ou seja, com tradução simultânea.

Fonte: Expresso Sapo

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Vigilante analfabeto escreve livros e compõe músicas em Nova Serrana

Valdivino conta com ajuda da filha para escrever livros (Foto: Tô Indo/Reprodução)

Com ajuda de sua filha, Valdivino Soares Barbosa já publicou dois livros e compôs 800 músicas. Sarah conta que não serve apenas de auxílio ao pai que não tem condições de escrever, ela é também a maior incentivadora. “No começo não levei muito a sério, confesso. Mas, ele começou a falar muito sobre isso e então comecei a copiar no caderno o que ele queria, porque na época não tinha ainda o computador. Eu saía de casa e ia até um vizinho pra poder digitar no computador”, contou.

O computador foi comprado depois da publicação do primeiro livro e tudo ficou mais fácil.Segundo Valdivino, “A sabedoria não está em grandes letrados, a sabedoria está dentro de cada um de nós”.

Fonte: G1

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7 escritores e seus livros favoritos

(FOTO: REPRODUÇÃO/ FLICKR/ CREATIVE COMMONS)

Hemingway, George R. R. Martin, J. K. Rowling e outros grandes autores revelam as obras que mais gostam, confira as dicas de cada um deles, retirada de antigas entrevistas:

Ernest Hemingway

Hemingway disse uma vez que “não existe amigo mais leal do que um livro”. Em matéria publicada pela revista Esquire, em 1935, o autor de Paris é uma Festa citou uma lista com alguns dos seus “melhores amigos”, que incluem Anna Karenina, A Rainha Margot, As Aventuras de Huckleberry Finn, Guerra e Paz, Madame Bovary, O Morro dos Ventos Uivantes, Os Buddenbrooks e Os Irmãos Karamazov.

F. Scott Fitzgerald

Pouco antes de ter se suicidado, Fitzgerald anotou uma lista com 22 livros que considerava indispensáveis. Entre eles incluiu A Revolta dos Anjos, de Anatole France, Casa de Bonecas, peça teatral do norueguês Henrik Ibsen, e Guerra e Paz, de Liev Tolstói.

George R. R. Martin

Os fãs de Game of Thrones já devem ter ouvido falar que um dos livros que George Martin mais admira foi escrito por Tolkien. O autor declarou que leu O Senhor dos Anéis pela primeira vez na escola e ainda “é um livro que admira profundamente”.

Além desse, Martin disse ter encontrado inspiração em um livro mais recente: “Não vou me esquecer tão cedo de Estação Onze” O livro de ficção científica foi publicado por Emily St. John Mandel e envolve a história de um grupo de atores vivendo em uma sociedade pós-apocalíptica. “É um romance melancólico, mas lindamente escrito”, completou o escritor.

Jane Austen

A autora de clássicos como Emma e Orgulho e Preconceito foi uma leitora frequente de poesia e peças de teatro, incluindo The Corsair, um conto de Lord Byron, e The Mysteries of Udolpho, de Anne Radcliffe (ambos sem edição em português). Seu favorito, no entanto, era o livro publicado em 1753 por Samuel Richardson, A História de Sir Charles Grandison.

J. K. Rowling

Para a criadora da saga Harry Potter, sua escolha como livro favorito é um clássico: Emma, de Jane Austen. “Você é levado pela história, atraído até o final e sabe que acompanhou algo magnífico em ação”, definiu Rowling. “Mas não conseguimos ver a pirotecnia, não há nada berrante ou chamativo demais.”

R. L. Stine

Para o criador da série de terror Goosebumps, o livro Licor de Dente-de-Leão, de Ray Bradbury, é um de seus favoritos. Stine disse, em matéria do jornal The Washington Post, que a obra é “um dos livros mais subestimados de todos” e um dos poucos que alcançaram a bela sensação de nostalgia em uma narrativa.

Vladimir Nabokov

Durante entrevista com um canal de televisão francês, o autor de Lolita compartilhou sua lista de títulos que considerava ótima literatura: Ulisses, de James Joyce; A Metamorfose, de Franz Kafka; Petersburg, de Andrei Bely (sem edição no Brasil) e “a primeira parte dos contos de fadas de Proust, Em Busca do Tempo Perdido".

Fonte: Revista Galileu.

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Ex-Chefe do Tráfico Da Rocinha Trocou As Drogas Pela Literatura

Raquel Oliveira, Ex-Chefe do Tráfico da Rocinha começou a escrever estimulada por uma terapeuta de um grupo de autoajuda que usa a literatura no tratamento, segundo ela escrever esse romance foi muito difícil: “Chegar até as 10 primeiras páginas foi muito sofrido”.

O talento de Raquel de Oliveira foi revelado na Festa Literária das UPPs, a Flupp, criada em 2012 pelos amigos Ecio Salles e Julio Ludemir como inciativa cultural para as Unidades de Polícia Pacificadora. Foi Ludemir quem ajudou a autora quando ela teve uma recaída durante o processo de criação de A Número Um.

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Este mapa incrível mostra os clássicos da literatura mundial

(FOTO: REPRODUÇÃO/REDDIT)

Qual é a principal obra literária de cada país? O usuário Backfoward24, do Reddit, tentou responder a essa pergunta de forma criativa: criando um mapa-múndi no qual cada parte do mundo é representada por um livro clássico ali produzido.

O bacana do projeto de Backfoward24 é a possibilidade de conhecer novos títulos e autores de diferentes partes do mundo. Confira — e veja a imagem em alta resolução aqui.

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Antonio Gramsci tem obra revisitada em livros 80 anos após sua morte

O pensador e líder comunista italiano Antonio Gramsci - Reprodução

Desde a década de 1990, ganharam força as pesquisas que buscam reconstituir a produção de Gramsci à luz da filologia histórica. Seguindo essa linha, a partir de 2007 começou a ser editada na Itália a “Edição nacional dos escritos de Antonio Gramsci”, sob responsabilidade da Fundação Instituto Gramsci, com objetivo de estabelecer a versão definitiva de todos os seus manuscritos. Esse trabalho vem dando novo impulso aos estudos da obra do pensador italiano.

Recém-lançados no Brasil: o ambicioso “Dicionário gramsciano”, organizado por Guido Liguori e Pasquale Voza, e “Modernidades alternativas: o século XX de Antonio Gramsci”, de Giuseppe Vacca, ex-diretor do Instituto Gramsci. — A “Edição nacional” é a primeira edição crítica integral dos escritos de Gramsci tratados com critérios exclusivamente filológicos e segundo o método histórico, sem sugerir nenhuma interpretação e restituindo textos e contextos de sua obra a seu tempo, como é obrigatório para um clássico do pensamento — afirma Vacca, que no seu “Modernidades alternativas” analisa alguns dos principais conceitos de Gramsci.

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Paquistanesa de 13 anos cria projeto para ler um livro de cada país

AISHA ARIF ESBHANI (FOTO: REPRODUÇÃO FACEBOOK)

AISHA ARIF ESBHANI, inspirada por Ann Morgan, se desafiou ler uma obra de cada país do mundo para conhecer autores e culturas diferentes, já que a maioria de seus livros vinham dos Estados Unidos ou do Reino Unido. Diferente de Ann, Aisha não estipulou um tempo limite para o desafio.

Sua indicação para o público brasileiro é um livro do Paquistão: The Wandering Falcon (O falcão errante, em tradução livre), de Jamil Ahmad.

Para Aisha completar o desafio ainda faltam 117 livros. "Sei que esse é um número muito alto, mas estou determinada a alcançar minha meta”, conclui a paquistanesa.

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Prêmio Jabuti 2017 terá categorias para histórias em quadrinhos e livros brasileiros publicados no exterior

Troféus distribuídos pelo Prêmio Jabuti, que anunciou duas novas categorias em 2017 (Foto: Divulgação)

As inscrições para o Prêmio Jabuti, em 2017, terá duas novas categorias, História em Quadrinhos e Livro Brasileiro Publicado no Exterior, passando a ter 29 categorias ao todo.

As inscrições para o prêmio iniciam em 18 de maio.

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Mala do Livro estimula o hábito da leitura na comunidade

Na varanda de casa, em Sobradinho, Marluce da Silva Franco, de 58 anos, hospeda um dos pontos da Mala do Livro, incentivando a leitura na vizinhança. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

Marluce da Silva Franco, de 58 anos, agente de leitura desde 1994, em Sobradinho, transformou a varanda de sua casa, onde fica a Mala de Livros, em uma mini biblioteca, onde várias crianças da guarda mirim local a escutam contar histórias de Alice no País das Maravilhas. Para muitas delas, é a primeira vez que passam por essa experiência.

As bibliotecas domiciliares da Mala do Livro ficam nas residências dos agentes de leitura, que emprestam livros cedidos pela Secretaria de Cultura. Os empréstimos podem durar sete dias e ser renovados, caso outras pessoas não tenham feito reserva.Qualquer pessoa que tenha interesse em receber uma caixa-estante pode ser um agente de leitura. Para isso, basta preencher uma ficha de inscrição na Gerência da Mala do Livro, na Secretaria de Cultura.

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O dialeto português chamado cristang

Existe um dialeto português com mais de 500 anos em Malaca, na Malásia, legado deixado pelos antepassados portugueses, do tempo dos descobrimentos. O dialeto considerado um criolo de base portuguesa, deriva do português, do malaio e tem elementos do chinês, como o mandarim e o hokkien (um dialeto asiático). “Cristang” significa nessa mesma língua: cristão.

A língua mantém surpreendentes semelhanças culturais e linguísticas com o português atual, especialmente da região do Minho. Apelidos usuais como Monteiro ou Fernandes revelam a origem portuguesa e há mais de 300 palavras que relembram as nossas que permanecem na língua malaia: sekolah (escola); bendera (bandeira); mentega (manteiga); keju (queijo) ou meja (mesa).

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Livro de Machado de Assis está entre os favoritos de Woody Allen

Woody Allen escreveu para o jornal britânico "The Guardian” sobre os seus cinco livros prediletos e "Memórias Póstumas de Brás Cubas", aparece entre eles.

Allen disse que ficou surpreso como o livro é encantador e divertido. "Eu não pude acreditar que ele [Machado de Assis] viveu há tanto tempo. Você pode pensar que ele escreveu o livro ontem. É tão moderno e tão divertido. É uma obra de trabalho muito, muito original. Tocou um sino em mim assim como `O Apanhador no Campo de Centeio`. Foi tratado com grande inteligência, originalidade e sem sentimentalismo."

Fonte: Jornal Cruzeiro

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Menina de nove anos cria projeto para incentivar a leitura

Edlaine Garcia conheceu o projeto "Alyssa E A Magia Da Leitura" (Foto: reprodução EPTV)

Alyssa Tomiyama, 9 anos, apaixonada por livros resolveu criar um projeto nas redes sociais chamado “Alyssa E A Magia Da Leitura” para contar as histórias dos livros que leu, através de vídeos. O projeto cresceu e atravessou a interatividade apenas da internet, Alyssa criou o ‘BookTour’ – um livro viajante, que vai de mão em mão e já passou por vários lugares do Brasil, assim explica a estudante que também promove alguns encontros com escritores.

Assista ao vídeo e conhece o projeto da Alyssa, que vem despertando a vontade da leitura nas pessoas, clique aqui

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Professor Luiz Armando Bagolin é o novo curador do Prêmio Jabuti

Professor do IEB e ex-diretor da Biblioteca Mário de Andrade, Bagolin fará renovações no Prêmio Jabuti – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

Luiz Armando Bagolin, professor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP e ex-diretor da Biblioteca Mário de Andrade, foi confirmado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) como novo curador do Prêmio Jabuti.

O professor adianta que neste ano haverá algumas alterações, mas que a renovação completa se dará apenas em 2018, ano em que o prêmio chega à 60ª edição. A intenção da CBL, segundo declaração do presidente da instituição Luís Antonio Torelli em seu site, é que o Jabuti acompanhe as constantes transformações do mercado literário e editorial.

Leia mais: Jornal da USP

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Wikipedia e Google unem-se para desintoxicar a Internet de insultos

A Wikipédia e a Alphabet, a empresa-mãe do Google, uniram-se na missão de desintoxicar a Internet de comentários ofensivos. O objetivo é criar um algoritmo dotado de inteligência artificial, que consiga moderar grandes comunidades na Internet com a mesma subtileza e precisão que um ser humano.

A primeira parte do projeto de investigação, chamado DeTox, foi divulgada nesta terça-feira: trata-se de uma lista de 13.500 comentários ofensivos, obtida através da análise manual de 115 mil mensagens publicadas nas páginas de discussão da Wikipédia, onde os editores do site devem discutir como melhorar os artigos e páginas publicados.

Os resultados da investigação do projecto DeTox foram apresentados na 26ª conferência World Wide Web, que tem lugar em Perth, na Austrália entre os dias 3 e 7 de Abril.

Fonte: Publico.pto

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Teclado moderno imita antigas máquinas de escrever; conheça

Teclado moderno imita antigas máquinas de escrever (Divulgação/Lofree)

Que tal ter um teclado que imita as antigas máquinas de escrever? Essa é a ideia do Lofree, um teclado mecânico portátil que funciona com ou sem fios em diversos dispositivos e plataformas. O Lofree funciona nos principais sistemas operacionais: Android, iOS (iPhone 7 e macs) e Windows. A fabricante garante ainda que é possível conectar três dispositivos a ele ao mesmo tempo, além de poder ser usado com ou sem cabos.

Por enquanto, o Lofree ainda não está a venda e não há nenhum preço estipulado. Entretanto, é possível se cadastrar no site www.lofree.com para ser avisado sobre quando o teclado estará disponível.

via Lofree e TC

Fonte: Techtudo

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4 motivos científicos para começar a escrever mais

A prática da escrita pode melhorar sua saúde mental e física

(FOTO: REPRODUÇÃO/TUMBLR/PSYCHICDISCO)

Conheça cinco estudos que mostram os diferentes efeitos da prática da escrita:

1 - Escrever pode literalmente te curar

Em pesquisa conduzida pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, um grupo de pessoas entre os 64 e 97 anos escreveu sobre seus problemas pessoasi durante três dias seguidos. Duas semanas depois, uma biópsia foi feita em seus braços e um acompanhamento foi feito durante 21 dias: 76% daqueles que escreveram sobre seus sentimentos já haviam se curado totalmente no 11º dia, em comparação com apenas 42% do grupo que não fez nada. Os pesquisadores acreditam que a prática ajuda a acalmar o indíviduo, reduzindo os hormônios ligados ao estresse no corpo, melhorando o sistema imunológico.

2 - Escrever ajuda você a lidar melhor com seus problemas

Um estudo que acompanhou engenheiros em situação de desemprego mostrou que aqueles que escreviam sobre as dores do fracasso conseguiram achar um novo trabalho mais rapidamente. Após oito meses, em torno de 48% deles já estavam empregados em comparação com apenas 19% dos que não tinham esse hábito. Segundo a pesquisa, os profissionais relataram sentir menos raiva em relação ao chefe antigo, além de beberem muito menos.

3 - Usar sua letra cursiva te ajuda a reter melhor a informação

Em um experimento realizado na Noruega, um grupo de adultos precisou aprender um novo alfabeto. Aqueles que aprenderam a nova língua a partir de escrita manual se saíram muito melhor do que aqueles que utilizaram um teclado. Os especialistas acreditam que isso acontece por causa do tempo e esforço dispensados na escrita manual, o que facilita a fixação da memória.

4 - Fazer uma lista de coisas pelas quais você é grato pode melhorar sua qualidade de vida

Cinco frases simples, uma vez por semana. Essa é a receita para dormir melhor, ser mais otimista, ter menos problemas de saúde e até mesmo ter mais vontade de fazer exercícios físicos. É o que indica um estudo na Universidade da California. Os resultados não foram só observados pelos participantes, mas também por suas esposas e maridos, que notaram grande melhora na qualidade de vida dos parceiros.

Fonte: revista Galileu

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Caneta, papel e WhatsApp

Olha o torpedo: durante essa experiência, mandei menos de um terço do número de mensagens que mandaria normalmente (foto: Julia Rodrigues/Editora Globo)

Será que você conseguiria não enviar mensagens no whatsapp utilizando o teclado?

Foi o que a designer americana Cristina Vanko fez, interessada em exercitar sua caligrafia, propôs a ela mesma o desafio de não enviar mensagens utilizando o teclado do celular durante uma semana.

Durante a experiência, Cristina enviou cem mensagens, número bem inferior à média de 500 textos trocados a cada semana por jovens americanos de 18 a 24 anos. “Esse projeto me ajudou a perceber como somos dependentes desse tipo fácil e rápido de comunicação”, ela conta. Minha média de mensagens também recuou bastante durante os cinco dias de abstinência: foram só 32, contra mais de cem que enviaria normalmente. E foi fácil perceber a diferença entre digitar um texto e escrevê-lo de próprio punho: a impossibilidade de corrigir as falhas instantaneamente nos obriga a pensar nas palavras com mais cuidado e acabamos nos expressando melhor.

Escrever de próprio punho produz estímulos cerebrais mais intensos

Na pesquisa conduzida pela psicóloga Karin James, as crianças que desenharam de modo livre exibiram um aumento de atividade cerebral em três áreas intimamente relacionadas ao processo de cognição de escrita e leitura.

Fonte: Leia mais, na revista Galileu

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60 erros de português mais comuns no mundo dos negócios

A comunicação profissional está infestada de erros de ortografia, sintaxe, regência, pontuação e conjugação verbal. Veja os 60 tropeços mais comuns

1. “São suficientes” / “É suficiente”

Erro: Cento e cinquenta dólares são suficientes para as diárias no exterior.

Forma correta: Cento e cinquenta dólares é suficiente para as diárias no exterior.

Explicação: O verbo ser é invariável quando indicar quantidade, peso, medida ou preço.

2. “Em vez de” / “Ao invés de”

Erro: Ao invés de mandar um e-mail, resolvi telefonar.

Forma correta: Em vez de mandar um e-mail, resolvi telefonar.

Explicação: “Em vez de” é usado como substituição, enquanto a expressão “ao invés de” é usada como oposição.

3. “A nível de” / “Em nível de”

Erro: A nível de proposta, o assunto deve ser mais discutido”

Forma correta: Em relação à proposta, o assunto deve ser mais discutido.

Explicação: A expressão “a nível de” só está correta quando significar “à mesma altura”. “Hoje, Santos acordou ao nível do mar”. Também podemos usar a expressão “em nível” sempre que houver “níveis”: “Esse problema só pode ser resolvido em nível de diretoria”.

4. “A meu ver” / “Ao meu ver”

Erro: “Ao meu ver, o evento foi um sucesso”.

Forma correta: “ A meu ver, o evento foi um sucesso”.

Explicação: Não se deve usar artigo nessas expressões, em que o substantivo ver significa “opinião, juízo”: a meu ver, a seu ver, a nosso ver. Também não se usa artigo em estar a par: Estavam todos a par (e não ao par) dos últimos acontecimentos.

5. “Maiores informações” / “Mais informações”

Erro: Para maiores informações, entre em contato com a Central de Atendimento.

Forma correta: Para mais informações, entre em contato com a Central de Atendimento.

Explicação: “Maior” é comparativo, portanto não se aplica a esse caso.

6. “A” / “há”

Erro: Trabalho nesta empresa a dez anos.

Forma correta: Trabalho nesta empresa há dez anos.

Explicação: Para indicar tempo passado, usa-se “há”. O “a”, como expressão de tempo, é usado para indicar futuro ou distância. (A empresa fica a dez minutos do centro.)

7. “Acerca de” / “a cerca de”

Erro: Na reunião, discutiu-se a cerca de corte de gastos.

Forma correta: Na reunião, discutiu-se acerca de corte de gastos.

Explicação: “Acerca de” significa a respeito de. A cerca de indica aproximação. (Ex: A empresa fica a cerca de 5 km daqui.)

8. “Meio-dia e meio” / “Meio-dia e meia”

Erro: A reunião começará ao meio-dia e meio.

Forma correta: A reunião começará ao meio-dia e meia.

Explicação: Devemos utilizar a expressão meio-dia e meia sempre que quisermos referir a décima segunda hora do dia mais trinta minutos, ou seja, o meio-dia mais meia hora.

9. “Supérfluo” / “supérfulo”

Erro: Os gastos naquele setor foram supérfulos.

Forma correta: Os gastos naquele setor foram supérfluos.

Explicação: Supérfluo significa demais, desnecessário. Embora seja uma palavra que muitas vezes ouvimos, “supérfulo” não existe.

10. “Em mãos” / “em mão”

Erro: O motorista entregou a carta em mãos.

Forma correta: O motorista entregou a carta em mão.

Explicação: A segunda opção sempre foi considerada a correta, porém, atualmente, as duas formas são aceitas por alguns dicionários.

11. “Segmento” / “Seguimento”

Erro: O seguimento de mercado mostrou-se propício a investimentos.

Forma correta: O segmento de mercado mostrou-se propício a investimentos.

Explicação: Segmento é sinônimo de seção, parte. Seguimento é o ato de seguir. (Ex: O projeto de implantação da ciclovia não teve seguimento.)

12. “Por hora” / “Por ora”

Erro: O diretor afirmou que, por hora, não poderia responder.

Forma correta: O diretor afirmou que, por ora, não poderia responder.

Explicação: A expressão “por hora” refere-se a tempo. “Por ora” expressa o sentido de “por enquanto”.

13. “Meu óculos” / “meus óculos”

Erro: Ele havia esquecido seu óculos no restaurante.

Forma correta: Ele havia esquecido seus óculos no restaurante.

Explicação: As palavras ligadas ao substantivo “óculos” devem ser flexionadas para o plural.

14. “Onde” / “Em que”

Erro: Participei da reunião onde foram tomadas várias decisões sobre os benefícios dos trabalhadores.

Forma correta: Participei da reunião em que (ou na qual) foram tomadas várias decisões sobre os benefícios dos trabalhadores.

Explicação: A palavra onde é um advérbio de lugar e, portanto, só deve ser usada referindo-se a lugar. Em outros sentidos, utilize a expressão em que ou no/a qual.

15. “É proibido” / “É proibida”

Erro: É proibido a entrada de pessoas não autorizadas.

Forma correta: É proibida a entrada de pessoas não autorizadas. ou É proibido entrada de pessoas não autorizadas.

Explicação: Deve-se fazer a concordância somente quando o substantivo estiver acompanhado, por exemplo, de artigo, pronome demonstrativo, pronome possessivo.

16. “A prazo” / “À prazo”

Erro: Os produtos podem ser comprados à vista ou à prazo.

Forma correta: Os produtos podem ser comprados à vista ou a prazo.

Explicação: Não existe crase antes de palavra masculina. Portanto, deve-se escrever: a prazo, a pé, a cavalo, a bordo.

17. “Vem” / “veem”

Erro: Os gerentes vem ao setor todos os dias e vêem o desempenho dos colaboradores.

Forma correta: Os gerentes vêm ao setor todos os dias e veem o desempenho dos colaboradores.

Explicação: Vem corresponde ao verbo VIR e recebe acento na 3ª pessoa do plural do presente do Indicativo. Veem corresponde ao verbo VER e, segundo o Novo Acordo Ortográfico, não recebe mais acento na 3ª pessoa do plural do presente do Indicativo.

18. “Anexo” / “Anexa” / “Em anexo”

Erro: Encaminho anexo os documentos solicitados.

Forma correta: Encaminho anexos os documentos solicitados.

Explicação: Anexo é adjetivo e deve concordar em gênero e número com o substantivo a que se refere. Ex: Segue anexa a carta de apresentação. Obs: Muitos gramáticos condenam a locução “em anexo”; portanto, dê preferência à forma sem a preposição.

19. “Eminente” / “Iminente”

Erro: Pedro é uma figura iminente na empresa.

Forma correta: Pedro é uma figura eminente na empresa.

Explicação: Eminente quer dizer notável. Iminente significa prestes a acontecer.

20. “Seção” / “Sessão” / Cessão

Erro: A seção dos direitos autorais desta obra criou polêmica.

Forma correta: A cessão dos direitos autorais desta obra criou polêmica.

Explicação: Seção significa divisão de repartições públicas, parte de um todo, departamento. Sessão significa espaço de tempo de uma reunião deliberativa ou de um espetáculo. Cessão refere-se ao ato de ceder.

21. “Aspirar” / “Aspirar a”

Erro: Ele aspira o cargo de gerente nesta empresa.

Forma correta: Ele aspira ao cargo de gerente nesta empresa.

Explicação: O verbo aspirar no sentido de sorver não admite preposição em sua regência. Aspirar, no sentido de almejar, exige a preposição a.

22. “Online” ou “on-line”

Erro: Haverá um treinamento online para os colaboradores.

Forma correta: Haverá um treinamento on-line para os colaboradores.

Explicação: O “VOLP” – Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa – registra “on-line” com hífen.

23. “Curriculum” / Curriculo”

Erro: Os candidatos deverão entregar o curriculo no RH.

Forma correta: Os candidatos deverão entregar o curriculum (ou currículo) no RH.

Explicação: Curriculum vitae é uma expressão latina, mas já foi aportuguesada: currículo. Ambas formas estão corretas: curriculum vitae ou currículo (com acento).

24. “Porque” / “Por que”

Erro: Ninguém soube porque o diretor cancelou a reunião.

Forma correta: Ninguém soube por que o diretor cancelou a reunião.

Explicação: Porque é conjunção e tem a função de unir duas orações coordenadas. Por que é usado em frases interrogativas e, também, aparece nos casos em que puder ser substituído por “pelo qual” ou “por qual razão”.

25. “Este” / “Esse” / “Aquele”

Erro: Na reunião, serão discutidos esses itens a seguir:

Forma correta: Na reunião, serão discutidos estes itens a seguir:

Explicação: Observe a regra: “Estes itens.” (Você ainda irá citar); “Esses itens.” (Você já citou).

26. “Exceção” / “Excessão”

Erro: Para toda regra, há uma excessão.

Forma correta: Para toda regra, há uma exceção.

Explicação: O correto é exceção. Cuidado para não confundir com excesso.

27. “10 a 20 de março” / “10 à 20 de março”

Erro: O curso será de 10 à 20 de março.

Forma correta: O curso será de 10 a 20 de março.

Explicação: Observe que não há artigo combinado com a preposição de; portanto, também não haverá artigo no passo seguinte, estando correto “de tal dia a tal dia”, sem crase.

28. Crase na indicação de páginas

Erro: Os advogados fizeram a leitura da página 5 a 15 do acordo trabalhista.

Forma correta: Os advogados fizeram a leitura da página 5 à 15 do acordo trabalhista.

Explicação: A palavra “página” está implícita após o “à”, o que justifica o acento grave, que indica que há crase (fusão de “a” preposição + “a” artigo feminino.

29. “1,5 milhão” / “1,5 milhões”

Erro: Em 2016, foram gastos no país 1,5 milhões de cartuchos de impressora.

Forma correta: Em 2016, foram gastos no país 1,5 milhão de cartuchos de impressora.

Explicação: A unidade “milhão” só é flexionada para o plural a partir do segundo milhão, ou seja, 2 milhões. Portanto, deve-se observar o número que antecede a vírgula e lembrar que numerais como “milhão”, “bilhão” e “trilhão” devem concordar com esse número.

30. “A todos” / “À todos”

Erro: Bom dia à todos.

Forma correta: Bom dia a todos.

Explicação: Não há crase antes de pronomes indefinidos (muitos, poucos, nenhuma, todos, pouca, alguma).

31. “A partir” / “À partir”

Erro: À partir da próxima semana, não será permitida a entrada sem o crachá de identificação.

Forma correta: A partir da próxima semana, não será permitida a entrada sem o crachá de identificação.

Explicação: Não há crase antes de verbo.

32. “Obrigado” / “Obrigada”

Erro: Obrigado pela ajuda – disse Clara.

Forma correta: Obrigada pela ajuda – disse Clara.

Explicação: “Obrigado” é variável e concorda com a pessoa que fala. A mulher diz “obrigada”. O homem, “obrigado”.

33. “Pagou o engenheiro” / “Pagou ao engenheiro”

Erro: Ao término da obra, a empresa pagou o engenheiro.

Forma correta: Ao término da obra, a empresa pagou ao engenheiro.

Explicação: O verbo “pagar” exige dois complementos – um deles acompanhado de preposição (pessoa) e o outro sem preposição (coisa). Assim: Paguei (o serviço) ao engenheiro.

34. “Houve” / “houveram”

Erro: Houveram dois problemas.

Forma correta: Houve dois problemas.

Explicação: O verbo “haver” no sentido de existir não tem sujeito, por isso fica sempre na terceira pessoa do singular. “Há dez problemas”, “houve dez problemas”. Vale a mesma regra quando os verbos “haver” e “fazer” indicam tempo: “Faz dois anos que nos encontramos”.

35. “Deve haver” / “Devem haver”

Erro: Devem haver muitas pessoas naquele auditório.

Forma correta: Deve haver muitas pessoas naquele auditório.

Explicação: O verbo haver, no sentido de existir, é impessoal, ou seja, só é usado no singular. Quando acompanhado de um verbo auxiliar, no caso, “deve”, este também se torna impessoal.

36. “Em baixo” / “Embaixo”

Erro: O documento caiu em baixo do móvel.

Forma correta: O documento caiu embaixo do móvel.

Explicação: Embaixo é advérbio de lugar. Em baixo é adjetivo. (Ex: Falavam em baixo tom.)

37. “Voo” / “Vôo”

Erro: Aquelas pessoas quase perderam o vôo.

Forma correta: Aquelas pessoas quase perderam o voo.

Explicação: O Acordo Ortográfico eliminou o acento circunflexo no primeiro “o” do hiato final “oo”. Assim: voo, zoo, perdoo, abençoo etc.

38. “Estender” / “Extender”

Erro: A reunião se extendeu além do tempo previsto.

Forma correta: A reunião se estendeu além do tempo previsto.

Explicação: O correto é estender, que significa prolongar, alongar, alargar. Extender não existe.

39. “Há dois anos” / “Há dois anos atrás”

Erro: Há dois anos atrás, o contrato foi assinado.

Forma correta: Há dois anos, o contrato foi assinado.

Explicação: É redundante dizer “Há dois anos atrás”, pois o “Há” já dá ideia de tempo decorrido.

40. “Bastante” / “Bastantes”

Erro: Há bastante motivos para a demissão daquele colaborador.

Forma correta: Há bastantes motivos para a demissão daquele colaborador.

Explicação: Bastante/Bastantes é pronome indefinido e deve concordar com o substantivo a que se refere. Na dúvida, faça a substituição por “muito/muitos”. Também pode ser advérbio, mas, nesse caso, permanecerá invariável.

41. “Zero hora” / “Zero horas”

Erro: A decisão entra em vigor a partir das zero horas de amanhã.

Forma correta: A decisão entra em vigor a partir da zero hora de amanhã.

Explicação: O substantivo “hora” concorda com o numeral “zero”.

42. “Horas extra” / “Horas extras”

Erro: O colaborador precisou fazer muitas horas extra.

Forma correta: O colaborador precisou fazer muitas horas extras.

Explicação: “Extra” é um adjetivo, portanto deve concordar com o substantivo a que se refere.

43. “Vir” / “Ver”

Erro: Quando você ver seu extrato, identificará o estorno do valor.

Forma correta: Quando você vir seu extrato, identificará o estorno do valor.

Explicação: Vir é a flexão do verbo VER na 3ª pessoa do singular do Futuro do Subjuntivo.

44. “Interviu” / “Interveio”

Erro: A diretora interviu na decisão.

Forma correta: A diretora interveio na decisão.

Explicação: Interveio é a flexão do verbo intervir na 3ª pessoa do singular do Pretérito Perfeito do Indicativo. Significa interferir, participar, interceder.

45. “Através” / “por meio”

Erro: O cliente soube da alteração através do e-mail.

Forma correta: O cliente soube da alteração por meio do e-mail.

Explicação: Por meio significa “por intermédio”. A locução através de expressa a ideia de atravessar. (Ex: Olhou através da janela.)

46. “Clipe” / “clipes”

Erro: Ele fixou os papéis com um clips.

Forma correta: Ele fixou os papéis com um clipe.

Explicação: Clipe é aquela peça de metal usada para prender folhas. Patenteado na Alemanha, é conhecido como clip (pl. clips) nos países de língua inglesa. No Brasil, deve ser chamado de clipe (pl. clipes).

47. “Responder o” / “Responde ao”

Erro: O gerente não respondeu o meu e-mail.

Forma correta: O gerente não respondeu ao meu e-mail.

Explicação: A regência do verbo responder, no sentido de dar a resposta a alguém, exige a preposição “a”.

48. Vírgula entre sujeito e verbo

Erro: O gerente de marketing, copiou as informações.

Forma correta: O gerente de marketing copiou as informações.

Explicação: A vírgula é um sinal de pontuação que marca uma pausa de curta duração. É usada para separar termos dentro de uma oração ou orações dentro de um período, mas nunca deve ser colocada entre o sujeito e o verbo.

49. “No aguardo de” / “Ao aguardo de”

Erro: Ficarei no aguardo de providências.

Forma correta: Ficarei ao aguardo de providências.

Explicação: Ficamos sempre ao aguardo ou à espera de, nunca no aguardo de ninguém ou na espera de alguma coisa.

50. “Mas” / “Mais”

Erro: Ele é dedicado, mais costuma se atrasar.

Forma correta: Ele é dedicado, mas costuma se atrasar.

Explicação: Mas é conjunção adversativa e significa “porém”. Mais é advérbio de intensidade.

51. “Obrigado” / “Obrigados”

Erro: Muito obrigado! – disseram os homens.

Forma correta: Muito obrigados! – disseram os homens.

Explicação: “Obrigado” deve vir no plural caso se refira a mais de uma pessoa.

52. “Imprimido” / “Impresso”

Erro: Ele havia impresso todos os documentos naquele dia.

Forma correta: Ele havia imprimido todos os documentos naquele dia.

Explicação: O verbo imprimir tem duas formas de particípio – impresso e imprimido. Com os verbos ter e haver, deve-se usar a forma “imprimido”, e com os verbos ser e estar, “impresso”. Ex: Os documentos foram impressos naquela máquina.

53. “Precisa-se” / “Precisam-se”

Erro: Precisam-se de motoristas.

Forma correta: Precisa-se de motoristas.

Explicação: Nesse caso, a partícula “se” tem a função de tornar o sujeito indeterminado. Quando isso ocorre, o verbo permanece no singular.

54. “Há pouco” / “A pouco”

Erro: Os gestores chegarão daqui há pouco.

Forma correta: Os gestores chegarão daqui a pouco.

Explicação: “Há pouco” indica tempo decorrido. “A pouco” dá ideia de uma ação futura.

55. “Chego” / “Chegado”

Erro: A secretária havia chego atrasada na reunião.

Forma correta: A secretária havia chegado atrasada na reunião.

Explicação: O particípio do verbo chegar é chegado. Chego é 1ª pessoa do Presente do Indicativo.(Ex: Eu chego na hora do almoço).

56. “Entre eu e você” / “Entre mim e você”

Erro: Entre eu e você, há uma sintonia de ideias.

Forma correta: Entre mim e você, há uma sintonia de ideias.

Explicação: Eu é pronome pessoal do caso reto e só pode ser usado na função de sujeito, ou seja, antes de um verbo no infinitivo, como no caso: “Não há nada entre eu pagar e você usufruir também.”

57. “Senão” / “Se não”

Erro: É melhor ele comparecer, se não irá perder a vaga.

Forma correta: É melhor ele comparecer, senão irá perder a vaga.

Explicação: Senão significa “caso contrário”. Se não é usado no sentido de condição. (Ex: Se não chover, poderemos sair.)

58. “Deu” / “Deram” tantas horas

Erro: Deu dez da noite e ele ainda não chegou.

Forma correta: Deram dez da noite e ele ainda não chegou.

Explicação: Os verbos dar, bater e soar concordam com as horas. Porém, se houver sujeito, deve-se fazer a concordância: “O sino bateu dez horas.”

59. “Chove” / “Chovem”

Erro: Chove reclamações quando há aumento no preço do combustível.

Forma correta: Chovem reclamações quando há aumento no preço do combustível.

Explicação: Quando indica um fenômeno natural, o verbo chover é impessoal e fica sempre no singular. No sentido figurado, faz-se a flexão verbal.

60. “Chegar em” / “Chegar a”

Erro: Os estagiários chegaram atrasados na reunião.

Forma correta: Os estagiários chegaram atrasados à reunião.

Explicação: Verbos de movimento exigem a preposição “a”.

Fonte: Revista Exame

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7 dicas de Steven Pinker para escrever melhor

(FOTO: PIXABAY/DOMÍNIO PÚBLICO)

Steven Pinker, professor do departamento de psicologia da Universidade Harvard, psicólogo e rockstar como gosta de se definir, escreveu o livro Sense of Style – que agora chega ao Brasil como Guia de Escrita (Editora Contexto, R$ 49,90).

Confira sete dicas do livro que a GALILEU separou:

1. Esqueça essa história de que antigamente as pessoas escreviam melhor: Se uma pessoa está na face da Terra há muito tempo, é natural que se incomode com mudanças culturais. Mas você não pode deixar suas tradições e opiniões transformarem seu texto em um autêntico José de Alencar. A verdade é que a língua muda rápido, e desde que o mundo é mundo professores e acadêmicos estão reclamando da decadência moral e linguística. Pinker faz até uma coletânea de exemplos de várias épocas. Em 1478 o tipógrafo William Caxton afirmou que "nossa língua tal como é usada hoje difere de longe daquela que era usada e falada quando eu nasci". Já um anônimo de 1917 foi categórico: "Nossos calouros não sabem soletrar, não sabem pontuar. Todos os colégios estão desesperados, porque os alunos desconhecem os rudimentos básicos".

2. Fuja do jargão de sua área do conhecimento. Rápido: Já tentou ler um texto jurídico? Ou o manual de instruções para a instação de um roteador em casa? Ou mesmo um dos artigos científicos que a GALILEU lê todos os dias para te atualizar? Pois é, a redação é indecifrável em grande parte dos casos. Pinker afirma que é difícil para uma pessoa saber como é para outra pessoa não saber o que ela sabe. Em outras palavras, quando você entende tudo de um assunto, tem a impressão de que todo entende pelo menos um pouquinho. A consequência é o que ele denomina "maldição de conhecimento". Em resumo: evita abstrações demais, e use palavras que todo mundo conhece. Não vai doer nada, e vai te ajudar a enviar sua mensagem ao maior número possível de pessoas.

3. Evite transformar verbos em substantivos: O fechamento brusco da peça pode ocasionar a quebra de suas dobradiças. Não é difícil topar com um aviso como esse na caixa de um produto qualquer. Soa péssimo, e o pecado está em não assumir as ações. Por que usar "ocasionar a quebra" se "quebrar" é tão mais simples? Pinker chama esse tipo de substantivo de "zumbi", e dá uma boa sugestão: trazer todos de volta à vida verbal: Fechar a peça bruscamente pode quebrar suas dobradiças.

4. Diminua a distância entre palavras relacionadas entre si.

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas... De um povo heróico o brado retumbante.

Que tal colocar na ordem? As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heróico.

Ufa! Vamos do hino nacional a Os Lusíadas, de Camões.

As armas e os barões assinalados,

Que da ocidental praia Lusitana,

Por mares nunca de antes navegados,

Passaram ainda além da Taprobana,

Em perigos e guerras esforçados,

Mais do que prometia a força humana,

E entre gente remota edificaram

Novo Reino, que tanto sublimaram;

O sujeito são "as armas e os barões assinalados". O verbo, "cantando".

Você não viu o verbo na estrofe acima? Pois é. A não ser que você seja Camões, separar os dois dessa maneira não é uma boa maneira de escrever um e-mail para seu chefe. À proposito, ele está destacado na estrofe abaixo, 14 versos depois.

E também as memórias gloriosas

Daqueles Reis, que foram dilatando

A Fé, o Império, e as terras viciosas

De África e de Ásia andaram devastando;

E aqueles, que por obras valerosas

Se vão da lei da morte libertando;

Cantando espalharei por toda parte,/

Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

5. Use as vozes passiva e ativa para dirigir o olhar do leitor para o que interessa: A voz passiva é considerada por alguns gramáticos e revisores uma grande inimiga de uma boa redação. Não seja tão radical. Como você pode perceber pela frase anterior — que está em voz passiva — começar uma frase por seu objeto é um ótimo jeito de chamar a atenção do leitor para o que realmente interessa. O contrário pode até dar certo: Alguns gramáticos e revisores consideram a voz passiva uma grande ... Mas tiraria o foco do assunto da frase.

Pinker também lembra que ela pode tirar do caminho sujeitos que não interessam para quem lerá a frase. Em helicópteros foram levados ao local do incêndio, o ouvinte não precisa saber quem são os pilotos. Políticos e jornalistas sabem muito bem disso, e podem usar a passiva para omitir o sujeito quando, na verdade, ele é de interesse público, como em R$ 25 milhões foram desviados de uma empresa estatal em vez de João da Silva desviou R$ 25 milhões de empresa estatal.

6. Use sinônimos para não repetir palavras, mas não exagere na dose: Não é uma boa ideia repetir uma palavra vezes demais. João é legal. João foi à escola. Lá, João falou com seus amigos. É por isso que no gênero jornalístico uma instrução comum é não repetir palavras essenciais para a matéria na mesma página. Buscar sinônimos, porém, pode te levar a construções desconfortáveis.

Isso acontece, em primeiro lugar, porque não há tantos sinônimos assim: gato pode ser trocado por bichano ou felino, mas seu nome científico, Felis catus, já seria um exagero fora de um texto especializado. Outro é que é preciso tomar cuidado para usar palavras na sua ordem de abragência. Dá para dizer O ônibus acelerou. As pessoas caíram dentro do veículo. Já O veículo acelerou. As pessoas caíram dentro do ônibus não deixa claro que o veículo em questão é um ônibus. A categoria "veículo" engloba muitas coisas, entre elas, ônibus.

7. Tome cuidado com ambiguidades sintáticas: A polícia cercou o ladrão do banco na rua Santos. Afinal, o ladrão do banco da rua Santos foi cercado em um lugar qualquer ou o ladrão de um banco qualquer foi cercado na rua Santos? Quando conhecemos uma história, o significado de uma frase parece óbvio. Tão óbvio que não temos o costume de revisar para ver se alguém poderia entender algo completamente diferente.

Fonte: Revista Galileu

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O ritmo e o estilo de diferentes obras literárias brasileiras

Número de palavras por frase é um dos principais responsáveis por definir ritmo e musicalidade de um texto.

Veja como diferentes autores equilibram frases em suas obras.

Acesse o site do Nexo Jornal para ver os gráficos

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8 aplicativos úteis para quem ama ler

Para você apaixonado por livros, separamos 8 aplicativos que irão facilitar a sua vida.

Audible: Não é bem um aplicativo, mas a biblioteca de audio books da gigante online Amazon. Que tal aproveitar o tempo no trânsito ou na academia para ouvir histórias ou aprender algo? Os livros em áudio não são novidade, mas ganharam força extra com as funcionalidades de apps para smartphones e tablets. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

Colorfy: Os livros para colorir nunca deixaram as livrarias e não é por acaso: são uma delícia! E como nem sempre é possível ter lápis de cor e papel à mão, o formato existe também no digital. O Colorfy traz desenhos que você pode pintar para passar o tempo. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

GoodReads: O site é a mais usada rede social para amantes de literatura no mundo e reúne tanto leitores quanto escritores consagrados e novatos de diversos gêneros. O GoodReads promove grandes lançamentos e não raro permite que fãs possam enviar perguntas diretamente para escritores. O aplicativo é útil para quem gosta de manter organizadas as listas de livros que leu ou quer ler, e também para encontrar sugestões baseadas no seu gosto. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

Instapaper: Quantas vezes você já deixou de ler uma reportagem ou artigo interessante porque guardou para depois e esqueceu? O Instapaper resolve isso guardando os links para você ler offline. Funciona não só no smartphone e tablet, mas também em e-readers como Nook e Kindle Fire. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

Itaú Criança: O aplicativo do Itaú coloca som, efeitos lúdicos e animações em cima de histórias que as crianças amam. É uma boa forma de passar tempo junto dos pequenos que só querem saber de telas. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

Skoob: Similar ao GoodReads, o Skoob é uma rede social de leitores. A diferença é que essa é criada no Brasil e reúne livros (nacionais ou não) em língua portuguesa. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

Syllable: Para leitores profissionais e para todo mundo que não consegue evitar a distração ao ler no iPhone ou iPad. Apenas para iOS, o Syllable ajuda você a manter a velocidade usando técnicas de leitura dinâmica. Não é só uma questão de ler rápido, mas de trabalhar concentração e absorver o texto. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS

Wattpad: A maior comunidade de escritores do mundo, a Wattpad é considerada um “Youtube da literatura” e pula os intermediários como editoras e lojas ao oferecer livros diretamente aos leitores. O aplicativo é bastante ágil e tem funcionalidades de rede social.

Fonte:globo.com

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Desenhos pré-históricos `ignorados` podem revelar o `mais antigo` código de escrita

À primeira vista, os rabiscos parecem traços sem importância, como estes das cavernas espanholas conhecidas como Las Chimeneas, que são Patrimônio da Humanidade.

Foram encontrados 32 traços que se repetem em diferentes cavernas da Europa, os cientistas acreditam que esse conjunto forma o código de escrita mais antigo de que se tem registro.

Os traços são simples: apenas linhas em zigue-zague, pontos, triângulos inacabados, cruzes retorcidas ou algo que lembra figuras geométricas.

Esses "desenhos ignorados", que estão ali desde a Idade da Pedra, são parte de um dos legados artísticos mais antigos do mundo, da fase final do último período glacial na Europa (por isso também chamada de arte da Era do Gelo).

Silenciosos e inexplorados, esses traços podem falar de "uma mudança fundamental nas habilidades dos nossos ancestrais", diz a cientista. Isso porque a capacidade de articular um código é a mesma exigida para desenvolver uma escrita, como fez o homem moderno.

Fonte:BBC

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Menos vendas e pouca leitura

Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro com o Ibope Inteligência, pouco mais da metade dos brasileiros leram ao menos um livro inteiro ou em parte nos três meses anteriores. O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, em inglês) revelou que 51% dos alunos brasileiros não têm nível de leitura condizente com o exercício da cidadania. O volume de livros vendidos no Brasil caiu 11% em 2016, segundo relatório da Nielsen BookScan. Confira o balanço de 2016 sobre a venda de livros e os leitores no Brasil.

Fonte: O Globo

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Conheça Malaca, a cidade malaia onde (ainda) se fala português

Mesquita Masjid Selat, no estreito de Malaca – importante rota marítima entre os oceanos Índico e Pacífico (Asnidamarwani | iStock)

Malaca, localizada no Sul da Malásia, no continente Asiático, foi governada pelos portugueses por 130 anos (1511-1641) e ainda hoje possui cerca de 1.000 moradores que falam a língua portuguesa, a maioria adultos, com mais de 50 anos, o que coloca em risco a perpetuação do idioma na cidade. Estas pessoas se concentram no bairro português, habitado por quase 1,7 mil pessoas. Alguns moradores tentam manter a língua viva, passando o que sabem aos jovens, mesclando o português malaco com algumas palavras em inglês, idioma falado por muitos moradores.

Fonte: Super Interessante

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Conheça autores que entram em domínio público em 2017

No dia 1º de janeiro, todos os anos, celebra-se o Dia do Domínio Público. É nesta que ficam livres de direitos autorais as obras dos artistas cuja morte completou 70 anos (ou 50, dependendo do país). Assim, a partir daí, no primeiro dia de 2017, todas as suas obras ficam livres de direitos autorais. Confira os autores que possuem obras que passaram para Domínio Público em 2017:

H. G. WELLS

foto: wikimedia commons

ESCRITOR É CONSIDERADO O PAI DA FICÇÃO CIENTÍFICA

Nascido em 1866, o britânico H. G. Wells é considerado um dos pioneiros na ficção científica. Em obras como “A máquina do tempo” (1895), “O homem invisível” (1897) e “A guerra dos mundos” (1898), Wells projetava visões de um futuro e realidades alternativas baseadas no progresso científico. Há distopias sombrias, como “A Ilha do Dr. Moreau” - que trata de temas atuais, como ética animal - e utopias que projetavam sociedades melhoradas (normalmente, por meio da ciência).

GERTRUDE STEIN

foto: wikimedia commons

GERTRUDE STEIN ESCREVEU OBRAS MUITO À FRENTE DE SEU TEMPO

A escritora americana foi uma das mais importantes expoentes do movimento modernista. Nascida em 1874, ela tinha em seu círculo de amizades personalidades como Ernest Hemingway, Pablo Picasso e Henri Matisse. Seu livro "Autobiografia de Alice B. Toklas" alcançou um sucesso inesperado na época e se tornou uma das obras fundamentais dos anos iniciais do século 20. Lésbica, Stein explorava o tema da sexualidade em obras avançadíssimas para a época. O poema "Miss Furr and Miss Skeene" é considerado um dos primeiros “fora do armário” da história. Em português, ela ganhou traduções por Mario Faustino e Augusto de Campos.

D. T. SUZUKI

O japonês Daisetz Teitaro Suzuki, conhecido como D. T. Suzuki, é considerado o maior responsável pela popularização do zen budismo no ocidente. Ele lecionou na Universidade de Columbia, nos EUA, e traduziu obras em japonês, chinês e sânscrito. Venceu o Nobel da Paz em 1963. É autor de populares obras como “Introdução ao Zen Budismo” (1934) e “Manual do Zen Budismo” (1934).

MINA LOY

foto: wikimedia commons

A ESCRITORA, ARTISTA E POETA MINA LOY FOI UMA DAS AUTORAS DO MANIFESTO FEMINISTA

A artista, poeta e escritora britânica foi uma das autoras do Manifesto Feminista, escrito em 1914. Publicou livros de poesia, roteiros, ensaios e fez ilustrações (usando, principalmente, a técnica de colagem). Entre seus admiradores está o T. S. Eliot e a própria Gertrude Stein.

ANDRÉ BRETON

ANDRÉ BRETON FOI TEÓRICO DO SURREALISMO E ATIVISTA ANARQUISTA

O escritor e ativista anarquista e anti-fascista francês é o autor do primeiro Manifesto Surrealista, de 1924. Próximo de vários artistas, ele foi um dos responsáveis pela popularização dessa corrente artística e por sua conceituação teórica. Publicou vários ensaios e livros de poesia.

FRANK O’HARA

foto: reprodução

APA DE `THE COLLECTED POEMS OF FRANK O`HARA`, COLETÂNEA PÓSTUMA LANÇADA EM 1971

O poeta, dramaturgo e crítico tem mais de 20 livros publicados. Nos anos 1960, foi o curador do Museu de Arte Moderna de Nova York e figura fundadora da chamada “New York School”, grupo de artistas, músicos e escritores vanguardistas. Sua poesia era solta, informal e celebrava a espontaneidade - e se popularizou somente após a sua morte. Como nos EUA a entrada em domínio público está relacionada à data de publicação e O`Hara publicou a partir dos anos 1930, apenas algumas de suas obras entram em domínio público em 2017.

PRÍNCIPE PRETINHO

O compositor brasileiro foi um dos principais da cena carioca dos anos 1930. Teve canções regravadas por Ataulfo Alves, Dalva de Oliveira, Francisco Alves e Nelson Gonçalves, entre outros.

Fonte: Jornal Nexo

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As palavras mais pesquisadas no Priberam em 2016

Conheça a lista de palavras mais buscadas no Priberam

Em Portugal: Arrendatário, Exangue e Resiliência.

No Brasil: Gitana, Resiliência, Saruê.

Nos restantes países em que o português é a língua oficial, as palavras mais pesquisadas foram:

Angola: amnistia, pormenorizar e reborar

Cabo Verde: azáfama, embaixador e biônico

Guiné-Bissau: translineação, minúsculas e panorama

Guiné Equatorial: PALOP, abordagens e adormecer

Moçambique: monopartidarismo, obstar e pasteleira

São Tomé e Príncipe: lacuna, apropriação e comprometimento

Timor-Leste: mestre, contentores e enumerável

Fonte: O observador

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